segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

"Turma Jimmy"

Lia, Marcia, Zezé e Rosangela


Campeonato "Silvio Gonzales" No Colégio Jácomo Stavale - em outubro de 2009 - Medalha de Prata



Lilian
Mada
Lindes
Lia Roca
Regina
Zezé
Rosangela
Marcia
Marisa
Wanise
e Lia

Casa Ilha Bela (Temporada)

Casa frente para o mar na praia do Julião.(Pé na areia)- acomoda quinze pessoas. Lindamente decorada,aconchegante e rômantica, todos os ambientes integrados e com vista para o mar. Possui cinco dormitórios,sendo .....














Fonte: http://www.aluguetemporada.com.br/imovel/p535440865

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Quintal dos sentidos

Num terreno com chão de cimento e inclinações, a paisagista Claudia Muñoz enxergou um corredor florido, horta, pérgolas e deque para relaxar – exemplo vivo de como fazer da dificuldade um ponto de partida.

O corredor de entrada, por onde antes passavam carros, dá as boas-vindas com jasmim-italiano (1) e tumbérgia-azul-arbustiva (2), ideal para o plantio ao longo de muros, paredes e cercas. Mais ao fundo, vasos com fícus (3) e gardênias (4) completam as saudações

Qualquer coisa existiria ali. Menos um jardim. Pelo menos é o que pensavam os moradores deste imóvel no Alto de Pinheiros, bairro nobre da capital paulista. Na entrada lateral e nos fundos da residência, um antipático chão de cimento dava o tom do quintal. Funcionava como uma extensão da garagem, por assim dizer. Da sala de jantar, o que se via eram os carros da família, uma edícula, tralhas lá e cá. Na parte dos fundos, um talude – terreno com inclinação, na linguagem técnica – abrigava algumas palmeiras e uma jovem jabuticabeira. E só.

O espaço mudou radicalmente a partir de uma reforminha no quintal: na área que correspondia à churrasqueira, os moradores construíram uma sala de ginástica. Colega do arquiteto Fernando Figoli, responsável pela obra, a paisagista Claudia Muñoz vislumbrou vida nova ao velho espaço. “Jardim neste quintal? Não temos área para isso”, ouviu dos proprietários. De fato, não havia metragem para vastos gramados. A solução apresentada pela profissional – e que fisgou o coração dos moradores – foi criar um jardim repleto de recantos, valendo-se do terreno em desnível. Degraus, escadas e patamares escondem – e revelam – cantinhos para ler, descansar e fazer refeições. Descubra-os você mesmo.

Escalando a pérgola, a trepadeira-de-arco (5) – jovem ainda –
logo cobrirá todas as ripas. Assim, o ambiente será presenteado
com um bocado de sombra. Os vasos com orquídeas (6) foram emoldurados pelos dois exemplares da trepadeira sete-léguas (7), que ajudarão a fechar a cobertura.


A escada dá acesso ao primeiro patamar do jardim, onde estão a horta e o limoeiro (8) – este, crescendo forte a pleno sol. O banco de madeira é da L'Oeil




As floreiras, construídas com sistema interno de irrigação, abrigam cebolinha, pimenta e diversos outros temperos



O canto de leitura é enfeitado por vasos com resedás (9) e lavandas (10). “No futuro, será feito neste trecho um pergolado, que proporcionará conforto mesmo sob sol a pino”, diz Claudia.


O recanto de buxos (11) e azaleias (12) podados em bola confere delicadeza ao jardim. Repare no conjunto: o desnível promove uma bonita sinfonia de formas e verdes.



O deque de madeira com almofadas encontra-se no ponto mais alto – e mais escondido – do jardim. A paisagem contempla palmeiras (13), murtas (14), resedás, gardênias e fícus. Ao lado, o projeto do jardim, desenhado à mão pela paisagista.


Fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI208837-16939,00-QUINTAL+DOS+SENTIDOS.html

Autodescoberta pela Grafologia - Parte 2

Descubra a ordem e os espaços na sua grafia e conheça-se mais um pouco!

Ordem e distribuição do espaço gráfico

Neste tópico vamos estudar a maneira como você organiza sua escrita na página. Um manuscrito bem apresentado tem a ver com a clareza na organização da página, dos parágrafos, da pontuação, na presença ou não de manchas de tinta e, ainda, com a disposição do texto na folha, o espaçamento entre linhas, entre palavras e entre letras, com as margens direita, esquerda, superior e inferior.

De um modo geral, a ordem e a distribuição do espaço gráfico de um texto fornecem informações sobre a organização e a nitidez do pensamento do autor, sobre o seu sentido de ordem interna, a capacidade de organização e de planejamento e do seu relacionamento com os outros

Os subgêneros da ordem, assim como os demais subgêneros, devem ser sempre interpretados dentro de um determinado contexto: positivo ou negativo e nunca isoladamente.

.
Espaços: entre linhas, palavras e letras.
. Disposição: clara, confusa, concentrada, espaçada, ilegível, invasiva.
. Margens.

Espaços entre linhas, palavras e letras

Os espaços em branco deixados entre as linhas, palavras e letras estão relacionados com a maneira como o autor se comporta em relação aos outros e aos objetos reais: se permanece constantemente próximo ou se sua atitude é a de se manter distante.

O espaço normal entre linhas é equivalente a três vezes a altura do "m" da grafia em questão. As laçadas das letras nunca devem se cruzar ou entrelaçar com as hastes.

O espaço normal de uma letra à outra é equivalente à largura média das ovais das letras "a", "o", "d", "g" e "q".

O espaço normal que deve separar uma palavra de outra é igual à largura de um "m" do tipo da escrita da pessoa que está sendo analisada.

Espaços entre linhas

Espaço normal: quem deixa espaços normais entre as linhas, ou seja, equivalente a altura de três "m" revela ser uma pessoa moderada, objetiva, eficiente, pragmático e normalmente com bom senso. Geralmente elabora bons julgamentos para suas decisões. Tem facilidade para planejar a curto, médio e longo prazo; apresenta ordem nas idéias e tarefas. Na esfera social tem facilidade para selecionar seus amigos, pares profissionais, companheiros em geral e sabe trabalhar em equipe.

Até três "m" entre uma linha e outra = espaço normal

Quem deixa grande espaço entre as linhas, ou seja, maior do que a altura de três "m" é uma pessoa que sabe administrar bem o tempo e seu raciocínio é predominantemente abstrato - plano das idéias - e espacial. Possui boa capacidade de planejar, inclusive de forma estratégica. É bastante crítica. Tem necessidade de se isolar para refletir e pensar em suas decisões. Isto a leva a ser seletiva e trabalhar de forma independente, sem demasiada interferência dos demais. Geralmente adota uma atitude formal nos relacionamentos interpessoais. Pode sentir-se aborrecida no meio de multidão.


Grande espaço entre as linhas
Até três "m" entre uma linha e outra = espaço normal

Quem deixa pouco espaço entre as linhas, ou seja, menor do que a altura de três "m", é uma pessoa que tende a tomar decisões apressadas, gosta de realizar várias tarefas ao mesmo tempo; e tem dificuldade para planejar a longo prazo. Gosta de participar de atividades coletivas e prefere trabalhos em grupo. Pode reagir de forma impulsiva aos estímulos. Como tem pouca capacidade de avaliação e discernimento pode culpar os outros pelos seus insucessos. Procura reconhecimento, elogios e aprovação. Pode apresentar dificuldades para funções que exijam contatos com o público. Necessita do apoio do grupo para realizar suas tarefas, inclusive pode sentir-se "abatida" com a solidão.


Quem deixa espaços irregulares entre as linhas apresenta insegurança e hesitação em tomar decisões, pois tem medo de se arrepender. Tem dificuldade para falar na hora certa, não sabe discutir com serenidade, podendo causar divergências em seus contatos sociais e profissionais. Não sabe administrar de forma eficaz o seu tempo e suas tarefas. Falta-lhe uma eficiente orientação espacial, assim como uma rotina constante e metódica para se organizar. Pode apresentar variações de humor.


Espaço entre palavras

Quem deixa espaço normal entre as palavras (equivalente a um "m" - no sentido horizontal - do autor) é uma pessoa espontânea, sente-se bem tanto quando está em grupo ou sozinha, pois predomina o equilíbrio nas relações com os demais. Aceita as regras e as normas do convívio social, e isto a ajuda a enfrentar bem os conflitos que surgem. Suas idéias e seus trabalhos são organizados, feitos com discernimento, não se perdendo em minúcias. Tem visão de conjunto e boa disposição para o trabalho. Tem diplomacia ao expor seus pontos de vista. Está aberta às novidades sem, no entanto, arriscar-se muito. Não é muita adepta aos contatos por telefone, preferindo o calor humano do contato.


Quem deixa espaço grande, ou seja, mais de um "m" entre as palavras, é uma pessoa seletiva em seus contatos interpessoais. Escolhe rigidamente seus contatos pessoais e profissionais. Analisa bastante antes de tomar as suas decisões, porém, quando as toma, é de forma segura, eficiente e com suas implicações bem estudadas. Na área profissional e pessoal é prática, lógica e objetiva, com boa capacidade de percepção, enxerga longe e tem uma visão mais estratégica do que tática. Tem diplomacia ao expor seus pontos de vista, tem ciência das suas obrigações. É uma pessoa demasiadamente crítica. Não gosta de expor sua privacidade.


Quem deixa espaço pequeno entre as palavras, menos de um "m", necessita com intensidade envolver-se com as pessoas. Denota ser insegura e com medo de julgamentos e rejeições, sendo assim força o contato com os outros sendo pouco seletiva. Consome seu tempo em relacionamentos infrutíferos, perdendo energia e diminuindo a produtividade. O importante para ela é ter sempre alguém, não importa quem, ao seu lado. Pode até mudar de opinião só para agradar e fazer parte da equipe. Tem dificuldade para planejar a longo prazo, perde-se em detalhes e, muitas vezes, escolhe a primeira opção sem visualizar outras, sendo pouco crítico em suas análises.


Quem deixa espaço irregular entre as palavras é uma pessoa com muita susceptibilidade, insegurança e sensibilidade. Pode mudar de conduta sem motivos. Pode ter (junto com outros sinais) falta de tato e educação.


Espaço entre letras de uma mesma palavra (Aqui observaremos as letras que estão no meio da palavra)

Espaço muito grande entre as letras, cabe mais de uma oval, do autor, entre uma letra e outra.

Quem deixa espaço muito grande entre as letras de uma palavra demonstra uma personalidade expansiva; atua com generosidade e franqueza; sua espontaneidade pode levá-lo ao altruísmo, cedendo demasiado espaço aos demais, permitindo que invadam seu íntimo.


Quem deixa espaço insuficiente, apertado entre as letras, é reservado e não gosta de interferências em sua intimidade. É difícil de aceitar idéias ou métodos novos. Perante os problemas e os obstáculos fica ansioso e amedrontado. Tem dificuldade para decidir ou julgar a intensidade dos obstáculos, transformando os pequenos problemas em grandes dificuldades. Pela sua insegurança e sensibilidade normalmente não reage bem às críticas.


Anomalias de espaços:

São variações bizarras que ocorrem dentro do texto ou nas margens.

Chaminés - o autor deixa, inconscientemente, espaços em branco no sentido vertical, deve ocorrer em mais de três linhas, caso ocorra em todo a página temos a "margem fantasma". Indica ansiedade, angústia, indecisão ou medo.

Ilhas do ego - determinada letra ou palavra fica "solta" no meio do texto, rodeada por um grande espaço branco. Revela ansiedade, parada brusca para analisar fatos ou acontecimentos desnecessários, dúvidas.

Buracos brancos - trata-se de um espaço em branco, como se o escritor deixasse de escrever uma palavra ou letra ali. É sinal de dúvidas, esquecimento, pensamento lento, divagações, facilidade em perder-se nas conjecturas, necessidade analisar o óbvio. Ansiedade.

Pense, analise e interprete os espaços entre as linhas, palavras e letras de sua grafia e leia as descrições de sua personalidade.
A GRAFOLOGIA SÓ SE APRENDE TREINANDO.


Leia também:
Autodescoberta pela Grafologia - Parte 1



Créditos: Ana Cecília Amado Sette (Stum)

sábado, 26 de fevereiro de 2011

O ato de ver



“Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem…
O ato de ver não é coisa natural.
Precisa ser aprendido.”



“Quando a gente abre os olhos, abrem-se as janelas do corpo,
e o mundo aparece refletido dentro
da gente.”



"Quem não muda sua maneira adulta de ver e sentir
e não se torna como criança
jamais será sábio.”




Palavras de: Rubem Alves
Imagem: google.com

Ego: nosso real obsessor

Não há pior "inimigo" que nosso próprio Ego. Porém, este não é o tipo de inimigo que precisamos aniquilar, mas apenas conduzi-lo, de forma amorosa, ao seu devido lugar: parceiro entregue de nosso Eu Real. Enquanto o Ego resiste a essa idéia, ele nos manipula, sabota e determina tudo o que acontece em nossa vida, de acordo com suas necessidades e vontades mesquinhas, ignorantes e arrogantes. Ele acredita ser o único que "sabe do que realmente precisamos", e que nosso Eu Real é seu inimigo e que quer destruí-lo. Por conta disso, a cada tentativa de nosso Eu Real em se manifestar, o Ego se arma ainda mais na tentativa de interditá-lo. Para isso, faz qualquer coisa, mesmo que seja algo muito ruim para nós, o importante é nos desviar dos caminhos que nos levam ao nosso Eu Real. É por isso que vivemos nos prejudicando, enquanto estamos ocupados em culpar o mundo por nossos reveses, só para que não possamos perceber quem é o verdadeiro "culpado" de todas as nossas dores: nosso Ego.

Quanto mais evoluímos e despertamos a consciência para a nossa realidade divina e quanto mais permitimos que nosso Eu Real atue com sua poderosa presença em nossa vida, mais nosso Ego se levanta contra ele e mais busca meios de nos manipular, , na intenção de sabotar toda influência benéfica do Eu Real. O Ego nos obsedia, nos fazendo prisioneiros de nossas crenças em nossos pecados, erros, culpa e medos, que tão ignorantemente, acreditamos ter. Quando nos deixamos manipular por uma força tão destrutiva quanto a de nosso Ego que está aterrorizado pela possibilidade de vir a perder o poder sobre nós, nossa freqüência vibratória cai, nossa energia fica mais densa e acabamos nos perdendo em pensamentos e sentimentos negativos e destrutivos.

Nosso Ego quer nos levar a entrar cada vez em mais desequilíbrio, e faz com que acreditemos que somos maus e que merecemos castigo, o que o faz criar mecanismos de autodestruição. Ele é incansável em seus intentos. Quanto mais nos aprisionamos nisso, mais frágeis e sensíveis nos sentimos, abrimos nossa guarda, nossa autoproteção e acabamos por vibrar tão negativamente, que atraímos forças externas, os tais obsessores que tanto tememos. Eles passam a nos influenciar, mas quem está no comando, decidindo e permitindo essa influência, é o Ego, tudo começa e termina a partir dele. Quando se sente muito ameaçado pelo poder de nosso Eu Real, fazendo com que se sinta muito vulnerável, ele lança mão de "ajuda externa" e "pede socorro" aos obsessores de plantão ou dá permissão a obsessores "antigos" (por questões de outras vidas), para que passem a ajudá-lo a nos fazer entrar em grande desequilíbrio, pois dentro deste, nosso Eu Real fica totalmente impotente para nos ajudar a resgatar o equilibrio em que estávamos. Portanto, é o nosso Ego que nos atormenta, fazendo com que nos mantenhamos presos em pensamentos obsessivos, é ele quem nos faz criar as ilusões, os medos, criar dificuldades desnecessárias ou que não existem, tudo acontece dentro de nós e não fora.

Nenhum obsessor pode nos influenciar, sem que tenha permissão para isso. Nós temos nosso poder pessoal, que determina a interdição de qualquer influência externa. Mas quando abrimos mão desse poder e o entregamos ao Ego, aí sim ele nos entrega ao obsessor. Ele prefere nos ver em sofrimento, a ter que sofrer pela perda de poder.

Algumas vezes, isto nem ocorre, e não estamos influenciados por obsessores, mas como temos a crença nas forças sinistras que tentam nos atacar e como isso também nos ajuda a entrarmos num papel de "vítima de obsessores", como que nos eximindo de nossa culpa, acabamos por nos render a eles, apenas porque isso acaba se tornando mais cômodo. Sei que é difícil pensar que fazemos isso, pois isso nos parece algo insano, não conseguimos conceber a idéia que nós deixamos que obsessores nos influenciem só para que possamos nos livrar de nossa culpa, sendo que essa influência é tão destrutiva e assustadora. Mas infelizmente, esta é uma verdade.

Volto a reforçar que nem sempre estamos obsediados, o verdadeiro obsessor é o Ego, que nos atormenta com suas investidas e nos faz acreditar que estamos sendo vitimas de influências espirituais, para que desviemos o olhar que possamos ter sobre ele e, assim, possa se manter no poder, mesmo que o custo disso seja o nosso desequilíbrio. Quando estamos em equilibrio, nos contatamos mais facilmente com nosso Eu Real, assim, manter-nos em desequilíbrio é uma arma do Ego contra nossa liberdade.

Portanto, se nos sentirmos obsediados - independentemente de isto estar ocorrendo ou não -, o melhor passo que devemos dar, é no sentido de voltarmos o olhar para dentro de nós, para confrontarmos nosso Ego, como que a lhe dizer: eu sei o que você está tentando fazer, sei que somente você é o responsável por meu desequilíbrio. Eu ordeno que se entregue, de forma suave e confiante, aos cuidados de nosso Eu Real, para que Ele nos guie. Você está fazendo de nossa vida um inferno, todos os caminhos que trilhamos, guiados por você, só estão nos levando à destruição, fracasso, frustração, dor, medo e angústia. Renda-se, seja humilde e observe, nossa vida está em ruínas graças às suas investidas teimosas e obstinadas. Se já tentamos de tudo para modificarmos nossa realidade e a cada vez estamos ainda mais desequilibrados e infelizes, precisamos tentar trilhar novos caminhos, aceite, suas velhas trilhas nos levaram sempre a conquistar os mesmos resultados: dor e angústia. Não temos outra escolha a não ser experimentarmos entrar em uma atitude de entrega confiante e humilde ao nosso Eu Real. Está na hora de nos desapegarmos de nossas crenças limitantes, que nos fazem acreditar no mal e que nosso Eu Real é mau. Não, ele é o nosso maior e único bem divino e verdadeiro, somente Ele tem condições de nos levar conquistar nossos propósitos de vida, os quais foram planejados e determinados por ele, quando de nossa encarnação. Portanto, somente Ele contém toda a sabedoria, conhecimento, ferramentas, dons e todas as condições ideais para nos guiar. Sem Ele, somos apenas tristes seres arrogantes, medíocres e prepotentes, sempre nos prejudicando, enquanto ficamos na posição confortável e tranqüila de vitimas das circunstancias e, em alguns momentos, vitimas de obsessores. Somos nós que damos passagem a eles, portanto, somos nós que temos o poder de interditá-los, até mesmo com reverência, pois eles apenas se prestaram a um serviço que foi você mesmo, Ego teimoso, que contratou. Portanto, podemos nos libertar das influências desses seres, com gratidão e amor.

Ego, eu me liberto de sua influência negativa e me entrego ao meu Eu Real, e permito que Ele nos conduza, a partir de agora. Eu Sou a manifestação única e integral da vontade de meu Espírito Imortal, meu Eu Real. Somente Sou a partir de Suas verdades divinas e sábias. Que assim seja!



Palavras de: Teresa Cristina Pascotto
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Limpeza da Aura

Temos muitas maneiras de limpar nossa Aura, uma delas é tendo boas intenções - Bons Pensamentos.

Outra maneira é mantendo os chakras abertos, desenvolvidos e girando no sentido horário...

Há diversos banhos para fazer isso acontecer, florais, posturas, meditação, limpezas com passes e Cura Prânica, etc.

A mais simples recebi em um trabalho no mês passado de um ser que se intitulava como O druida. Ele nos recomendou quando se sentissem com dores, mal estar diferentes, mascar e comer uma folha de Sálvia, também tomar o chá. Essa erva tem o poder de limpar nossa Aura é afastar as energias negativas de nosso campo Aurico.

Desde então tenho utilizado e noto que todo meu Ser se enche de novas energias, as dores esquisitas desaparecem, e fico envolto com um manto de Bem Estar, onde sinto renovada a minha disposição.


Obs.: Os banhos energéticos são muito utilizados para ajudar na limpeza de nossa aura e para atrair bons fluidos em situações específicas. Protegem contra forças negativas, nos auxiliam na abertura de nossos caminhos financeiros, amorosos, na nossa saúde, enfim nos trazem apenas benefícios.

O preparo de um banho energético é um ato mágico, um ritual que deve ser feito com concentração e sempre bons pensamentos.

Ilumine seu anjo de guarda, ore pela finalidade a qual você vai preparar seu banho e mantenha sua mente livre de pensamentos negativos e prejudiciais ao seu objetivo. Antes dos banhos energéticos, sempre tome seu banho higiênico normalmente.

Os banhos devem ser jogados sempre do pescoço para baixo (exceto o banho de rosas brancas), de cócoras e na direção da rua. A temperatura da infusão deve estar sempre mais para fria do que para quente. Procure enxugar-se o menos possível para que permaneçam os bons fluidos conseguidos através das ervas, plantas, flores e demais componentes do seu banho.

As sobras do banho devem ser jogadas em água corrente para que a limpeza seja completa.



Fonte: http://coloniasespirituais.ning.com
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Grupo carma e evolução

Grupo carma é o grupo dos acertos. Trabalhar o grupo carma é resolver todas as dificuldades com os familiares e com as pessoas próximas, com quem, normalmente, temos alta convivência e interação. Não há como mudar o vínculo com esse grupo. É um vínculo energético e pré-determinado pelo amparador de programação existencial.

O grupo carma se forma a partir do padrão energético. Pessoas nascem e convivem com determinado grupo porque possuem a mesma energia. Dentro desse grupo carma, vamos trocando de posições, a cada reencarnação. Em uma, somos pai, na outra, avô.. e assim vamos convivendo com as mesmas consciências, aprendendo a se relacionar e a aceitar as diferenças.

Nós podemos sair de um grupo carma para um outro que tenha um melhor padrão energético e esse deve ser o objetivo de todos. Sair do grupo carma não significa abandonar a família e escolher outra. Significa, sim, conseguir resolver todos os conflitos por meio da reconciliação e dos acertos.

E isso não é assim tão fácil. Temos dificuldade para se reconciliar com as pessoas por conta de nossos próprios conflitos internos. Você consegue aceitar e amar todas as pessoas de sua família? Devemos trabalhar para se livrar dos processos emocionais e aprender a amar o próximo. E isso começa com equilíbrio interno e autoconhecimento.


Aprender a se relacionar bem com os outros é difícil, pois continuamos repetindo os mesmos relacionamentos há tantos anos (reencarnações). Como fazer um acerto de tantas repetições? Alguns comportamentos são cronificados. Por isso mesmo, para se reconciliar, é preciso estar no aqui e agora. Além de se rever e se aceitar completamente.

A reconciliação é um trabalho árduo, porque a gente não consegue perdoar as diferenças do outro. Não devemos impor a própria carga emocional, mas sim fazer trocas saudáveis. Procure enxergar o que o outro é, aprenda a lidar com o que o outro é, sem deixar o que você é interfirir nessa relação.

O carma, na verdade, é só um bolo emocional que carregamos de uma vida para outra. Esse bolo emocional nasce dos relacionamentos consigo mesmo e com os outros. Se você não conseguir se reconciliar com a família, vai voltar e encarar essa pessoa novamente.

Permita que o outro se manifeste para que os relacionamentos sejam saudáveis. Nós temos que enxergar o outro como uma escada para a nossa evolução e não como um empecilho. E aceitar as próprias dificuldades e os outros é o primeiro passo para a evolução.



Fonte: CEC
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O fracasso faz parte da nossa caminhada

O maior fracasso não é aquele que nós obtemos caindo, fraquejando, ao buscarmos e tentarmos chegar num determinado ponto, em um objetivo. O maior fracasso é, sim, aquele objetivo que jamais conseguiremos alcançar, porque desistimos antes de sequer tentarmos.

Não devemos ter medo de irmos ao encontro de nossos anseios, de nossas vontades e de nossos desejos. É com eles que conseguiremos chegar à nossa felicidade. O momento perdido jamais retorna. Nada no Universo se repete. Você já conseguiu recuperar o beijo não dado? Claro que não. Ninguém consegue.

É vital para nossa felicidade sabermos utilizar adequadamente cada momento. Por isso o chamamos de PRESENTE. Cada segundo em que vivemos o aqui e o agora é um presente.
Medo de fracassar é usar o presente como uma caixa bem empacotada, linda, mas vazia, sem conteúdo; é fazermos com nossas vidas o que um dia já fizemos com nossos amigos em seus aniversários... muitos pacotes, com pouco ou nenhum conteúdo.

Toda pessoa que se compara a terceiros invariavelmente perde. Ao fazermos isso corremos o risco de plantarmos insegurança, medo e nos acharmos incapazes. Somos únicos, indivisíveis e soberanos em nossas atitudes. É com elas, somente com elas, que conseguiremos trilhar o caminho em busca da LUZ.

O Fracasso faz parte de nossa caminhada. Sem ele certamente estacionamos e corremos o risco de virar exclusivamente críticos, querendo que as soluções cheguem até nós vindas de terceiros, dos políticos, pelo governo...

Não devemos temer as quedas e os obstáculos. Preocupar-se com isso é estacionar, é o mesmo que responsabilizar terceiros pelo nosso insucesso. Precisamos nos preocupar sim com aquilo que deixamos de realizar, com as chances perdidas e jamais tentadas.
Uma boa vida só é construída, vivida, com tentativas e nunca com desistências.

Não estamos aqui neste planeta, com todas as desigualdades à nossa frente, para sermos vítimas de nós mesmos; reféns de conceitos sociais, políticos, empresariais, religiosos e familiares e nos tornando, assim, infelizes, amargos e sem brilho próprio. Estacionando, portanto.
Estamos aqui como experiência única, para nos tornarmos seres de brilho próprio. Senhores de nós mesmos e responsáveis exclusivos de nossas colheitas.
Ninguém sofre por nós. A dor é intransferível; mas, igualmente, ninguém é feliz em nosso lugar. Na realidade tudo começa com nossos pensamentos. Neles está o inicio de nossa Evolução.

Saber pensar é saber viver. Saber pensar é saber colher. Saber pensar é reconhecer as virtudes em um fracasso. Saber pensar é identificar com quem e como queremos levar avante nossas conquistas no campo espiritual.

De hoje em diante, todos bendigamos o fracasso... é com ele que aprendemos a sermos felizes, a viver a vida e desta maneira respeitarmos todos aqueles que um dia já fracassaram...

Mas, na realidade, alguns escolhem ser fofoqueiros e críticos. Esquecem que desta forma vibram numa energia de derrota...



Palavras de: Saul Brandalise (Stum)
Imagem: google.com
Postado também "Comunidade Gotas de Sabedoria" - http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=22310526

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Turma da "Noite"



Elenira, Claudio, Regina, Maisa, Rosangela, Rosa, Claudia, Lindes, Mazé, Zezé, Magda, Fernanda, Soninha, Valéira Pitty, e Marisa.

Medalha de Prata - Alphaville

Turma de volei "Manhã"



Copa Sindclub

Sueli, Lia, Célia, Li, Luisa, Mara, Lelena, Magda, Diva, Pity, Regina e Luciana

Espéria x Palmeiras - 16/05/10 - Placar (1 X 3) -

Perder foi só um detalhe... mas, jogamos pra caramba... valeu timeeee





Amistoso no Ginásio 1 do Palmeiras em: (18/06/09 --- Palmeiras X Paris)

Celia,Virginia, (...), Lia, Lelena, (...), Tania, Li, Jacira, Sueli, (...), Fátima, (...), Divanir, Regina, Bere, Lurdes, Luiza, Marisa,(...), Sirlene,(Marcinha) Valéria e Mara -

Multiplicando o bem

Estou em harmonia comigo, com todas as pessoas e com todo o Universo – E tudo o que me acontece é para o meu bem.

Mesmo involuntariamente, de alguma forma, desejando ou não, todos colaboram para que se materializem todos os meus desejos positivos.

Assim, como só quero o bem para mim e para todos, atraio sempre o melhor. Mesmo que alguém, por qualquer motivo, tente me prejudicar, acabará agindo a meu favor.

Desta forma, meu equilíbrio está sempre no nível ideal, e todo o Bem que de mim flui, volta para mim sempre multiplicado.



"Sabedoria em Gotas"
Palavras de: Fausto Oliveira
Imagem: google.com

O que são problemas (metafisicamente)

Problema é aquilo que consideramos difícil de resolver. Quando somos ignorantes em determinado assunto acreditamos que esse assunto é um obstáculo em nossa vida. Os inteligentes vão buscar informação para resolver o problema e pronto! Os mais folgados pedem para outro resolver e a vítima fica chorando o problema e culpando os outros e o mundo.

Qual será a maneira mais prática de resolvê-los?

A metafísica busca respostas verdadeiras que, geralmente estão muito claras e ao seu alcance sempre. Se apareceu a carga é porque você tem condição de (aposto que você responderia carregá-la) ser inteligente em abrí-la, ver o que interessa para você e pegar somente o que lhe serve de lição.

Você precisa ser eficaz e não dramatizar as situações. Você sabe a diferença entre eficiência e eficácia? Eficiente é o gerente do banco que vê uma fila imensa no caixa e abre outro para amenizar a fila e eficaz é o gerente que nem deixa formar a fila. Pois é, está na hora de você resolver o seu problema com eficácia e sem drama.

Todo problema é um desafio que, apareceu no momento certo para sua evolução. Se você fica adiando, tapando o sol com a peneira e fingindo não ser com você, o problema se agrava até que vira uma tragédia. Deus ou o universo não sabe mais como chamar a sua atenção para aquele aprendizado, mas você se recusa a aprender. E aí você fala: - Parece que veio tudo de uma vez...

Vou citar alguns exemplos de associações metafísicas para que você comece aprender a ser seu próprio terapeuta e vá em busca de informações para resolver seus desafios. Esses desafios são geralmente crônicos e repetitivos, por isso, quando você entende e conscientiza, eles desaparecem, sabe por quê? A lição já foi aprendida, não precisa mais passar por isso.

• Multa de trânsito: pessoa que se culpa, se julga e se pune o tempo inteiro.
• Micose de unha: crenças enraizadas, pensamentos contínuos.
• Crise financeira: desvalorização dos potenciais.
• Reumatismo: medo de ser flexível e os outros aproveitarem de você.
• Dor no pescoço: conflito entre a razão e a emoção.

Esses exemplos mostram somente que o resultado da sua vida externa é exatamente o que você acredita internamente. Sua vida externa é o reflexo do que você acredita. Portanto, é melhor crer para ver e crescer, do que esperar alguém provar que você pode, para daí você acreditar em você mesmo.

Comece hoje o trabalho de busca de entendimento e supere seus desafios com inteligência e muita sensibilidade.


Fonte: Recebí por e-mail
Quem souber a atuoria me avise, para que eu possa constar no texto.
Imagem: google

Hora de se retirar

Dizem que os incomodados é que devem se retirar. Concordo.

Se alguma coisa me incomoda, abandono o barco. Chuto o tal do balde. Ficar insistindo em uma coisa que não vai dar certo, nunca foi a minha especialidade. Manter namoros estressantes, amizades interesseiras, empregos sem futuro... nada faz muito sentido na minha cabeça.

Desculpe minha mania de ser clichê, mas a vida é muito curta pra gente perder tempo.

Não é nada fácil me aguentar, eu sei. Sou implicante. Pouco tolerante. Pirracenta. Mimada. Falo o que penso. Faço o que tenho vontade. E pior: sou adepta de uma filosofia de vida muito objetiva que eu mesma desenvolvi: "Quer? Quer. Não quer? Não quer". Muito simples. E é assim que eu gostaria que agissem comigo. Não me quer, saia da minha vida logo. Me quer? Me mereça.

Não puxo saco de ninguém. Detesto que puxem meu saco também. Nunca saí com quem não queria estar comigo. Nunca fui à festa sem ser convidada. Não faço amizades por conveniência. Não sei rir se não estou achando graça. Não seguro o choro se o coração estiver apertado. Não atendo o telefone se não estou com vontade de conversar. Não namoro pra falar que tenho companhia. Nunca pertenci a grupos em que pessoas pensassem, agissem e se vestissem todas iguais.

Aprendi. Agora, jogo fora o que não presta. Ou melhor, saio eu mesma do jogo. Não faz mais sentido acreditar que sua amiga interesseira vai ser uma pessoa melhor depois que você conversar com ela. Ou que seu namorado vai mudar aquele hábito que você odeia só porque ele te ama. Não funciona dessa forma. Por isso, saio fora antes do final do jogo se eu não estiver de acordo com as regras.

Me retiro, afinal, a incomodada sou eu.

O que incomoda vai estar sempre alí no mesmo lugar. Mas você não precisa estar. Mude de lugar. Mude de casa. Mude de emprego. Mude de amigo. De ficante. De namorado. De marido. Mude de atitude. Só não fique parada reclamando. Faça aulas de boxe. Aprenda a dar bicudas, a dizer Não quando não quer, a falar Sim quando é da sua alma, a largar tudo pra trás quando não interessa. Tire férias se necessário. Desapegue.

Aprenda a não levar a vida tão a sério. Aprenda que o stress só vai destruir seu estômago e fígado, além de torrar seu dinheiro em análises e remédios caros. Aprenda que as pessoas não são do jeito que você gostaria que elas fossem. Eu aprendi.

Aprendi a hora de me retirar: vou embora antes do final da festa.

Tenha medo de morrer. Tenha medo de barata. Tenha medo de envelhecer. Tenha medo de altura. Tenha medo da violência. Tenha medo da mentira. Tenha medo da falsidade. Tenha medo da política. Tenha medo da traição. Tenha medo da sociedade, do ódio, da mágoa e da solidão, mas, por favor, não tenha medo do amor!

"Como é que a gente pode ser tanta coisa indefinível. Tanta coisa diferente. Sem saber que a beleza de tudo é a certeza de nada que o talvez torne a vida um pouco mais atraente..."

Quem já ganhou e perdeu nessa montanha russa afetiva da vida sabe que, no final, custe lágrima ou sorriso, você sai na frente. Mais forte, mais madura, mais bonita.



Fonte: http://jackieoliver.blogspot.com/
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Projeção

Somos vítimas de nós mesmos, de nossa ignorância, e não do mundo externo, como nos é conveniente acreditar. O mundo externo nada mais é do que uma projeção.

Quando não conseguimos lidar com algum conflito dentro de nós, projetamo-lo para fora, a fim de tornar mais fácil ou possível trabalharmos a situação. Parece que essas projeções passam a assumir escalas cada vez maiores, e se sobrepõem como se fossem camadas. Assim, quanto antes nos observarmos e resolvermos a situação interna que nos incomoda, menores serão as conseqüências externas.

Não é difícil perceber que, quando nos rejeitamos internamente, é comum sermos rejeitados por terceiros. Quando travamos um conflito ou uma briga interna, é comum nos envolvermos brigas com alguém. Quando criticamos o próximo, certamente existe dentro de nós aquilo que deu origem a essa crítica.

Desculpas e explicações refletem as desculpas e explicações que existem em nosso íntimo para com o nosso próprio ser. Portanto, refletem uma não aceitação, uma negação dos erros, das emoções, dos instintos, das manifestações do ego.

Ver é enxergar o reflexo da luz nos objetos. Da mesma forma, quando enxergamos algo em alguém, estamos vendo apenas um reflexo de nós mesmos. A diferença é que, na maior parte do tempo, enxergamos nos outros o reflexo das nossas trevas e não de nossa luz.

Enquanto não despertarmos a consciência, não conseguiremos ver nada além de reflexos, além de deformações ou vultos obscurecidos pelo véu da ignorância e do preconceito. Vivemos uma ilusão, pois nunca saímos de dentro de nós mesmos.

Vemos tudo através de um véu, do véu da ignorância, do véu de Maya. Enquanto não despertarmos a consciência, tudo será visto e compreendido a partir do pobre conteúdo interno que temos.

Todas as pessoas que vemos ou convivemos são como uma superfície onde projetamos imagens que existem em nosso interior. Não as vemos como realmente são, vemos apenas estereótipos de nosso lado sombra.

Todas representam nossos próprios reflexos – reflexos que amamos, reflexos com os quais brigamos ou nos magoamos.

Quando nos apaixonamos por alguém, estamos projetando uma imagem que já existe em nosso interior, com a qual nos identificamos. Como assinala Jung, a pessoa que recebe a projeção é portadora de um gancho que a aceita perfeitamente. O fato de alguém se apaixonar ou se decepcionar, mais cedo ou mais tarde, vai resultar na retirada da projeção do objeto externo. Então dizemos que a pessoa amada deixou de ser aquela por quem nos apaixonamos. Ocorre é que, na verdade, ela nunca foi, só serviu como suporte para a projeção de nossos próprios conteúdos internos.

Muitas vezes, no fim de um relacionamento, após experiências que tenham contribuído para desfazer a projeção, a ilusão quanto à pessoa amada, um fica com raiva do outro. Essa raiva é uma nova projeção, a projeção da decepção com nós mesmos por não termos percebido o erro antes, por termos nos iludido, e por uma série de outros motivos. Como não conseguimos lidar com isso, projetamos a raiva, o sentimento, a emoção ruim para o outro. Alguém que não nós mesmos precisa ser culpado.

Disse uma famosa junguiana:

Falando psicologicamente, projeção é um processo inconsciente, autônomo, pelo qual vemos primeiro nas pessoas, nos objetos e nos acontecimentos as tendências, características, potencialidades e deficiências que, na verdade são nossas.

A projeção de nosso mundo interior no exterior não é coisa que fazemos de propósito. É simplesmente a maneria como funciona a psique. Em realidade, a projeção acontece de forma tão contínua e inconsciente que costumamos não dar tento de que esta contecendo. Não obstante, tais projeções são instrumentos úteis à conquista do autoconhecimento. Contemplando as imagens que atiramos na realidade exterior, como reflexos no espelho da realidade interior, chegamos a conhecer-nos.

Irritação, crítica, julgamento, reclamação, zombaria, repulsa, rejeição, são negações de nós mesmos, que formam e alimentam o lado sombra. A recorrência vai dando mais força à sombra, e, sem que possamos perceber, estamos agindo da mesma forma. Este processo é uma violência muito grande contra nós mesmos. Certamente, somos o nosso pior inimigo.

Não devemos nos arriscar a dizer que não temos o mesmo sentimento, a mesma emoção, o mesmo defeito que percebemos nos outros, porque certamente o temos. Um tem ciúme da pessoa amada, o outro do dinheiro ou da casa. Um se irrita com o trânsito, o outro com o barulho do vizinho ou das crianças. Um se incomoda com agitação, o outro com estagnação. Um mendiga dinheiro, o outro atenção ou reconhecimento. Um quer parecer rico, o outro quer parecer bom ou justo

Os defeitos devem ser aceitos, observados, estudados e compreendidos, para que possam ser superados. Negação, luta, briga, guerra contra os nossos defeitos ou dos outros não é solução. Aceitar os defeitos do outro também é uma atitude de grande importância. Temos que tentar compreender o próximo, temos que buscar a compaixão.

À medida que vamos nos conhecendo, temos mais capacidade para conhecer melhor o outro, para exercer a compaixão, a paciência, a tolerância, o respeito, pois, desta forma, conseguimos perceber a projeções, conseguimos perceber que somos todos iguais, os limites do Eu vão se expandindo.

Enquanto não temos ainda uma consciência desperta, devemos procurar aceitar os defeitos que vemos nos outros, pois assim estaremos aceitando os nossos próprios defeitos. Afinal, o que vemos nos outros são apenas projeções. Conforme praticamos a aceitação, a compaixão, a paciência, a tolerância, o respeito para com os outros, as barreiras vão se rompendo. E então vamos nos percebendo mais e melhor, vamos percebendo as projeções que fazemos ou que fizemos.

Obviamente, não são somente as partes negativas em nós que negamos. Muitas vezes negamos a nossa criatividade, espontaneidade, inteligência, vivacidade, bondade, simpatia, simplicidade. Tudo isso faz parte do mesmo mecanismo de projeção praticado durante a vida, no nosso dia-a-dia.

Sem percebermos, com a não aceitação de nós mesmos e dos outros, vamos fortalecendo nossos egos, aumentando nosso lado sombra, nossas trevas, aumentando nossas ilusões sobre nós mesmos e sobre a realidade. Vivemos nos projetando e nos identificando, rejeitando ou aceitando nossos próprios reflexos nos outros. A compreensão, o auto-conhecimento, a aceitação, a individuação, são formas de reintegração das partes de nosso Ser.

Somos dados a acreditar que uma determinada parte nossa é melhor do que outra, a gostar mais de uma parte do que de outra. Por conseqüência, ficamos propensos a rejeitar, a não gostar daqueles que se mostram ou se comportam de maneira semelhante à parte rejeitada dentro de nós. Rejeitamos nos outros o que não gostamos em nós mesmos. Precisamos aceitar, compreender, cada um dos nossos aspectos, os bons e o maus, os que gostamos e os que não gostamos, sem nos apegarmos, sem desejarmos apenas os bons, os de que gostamos, sem nos identificar com essas frações de nós mesmos, sem nos dividirmos.

Quando não mais tivermos certos comportamentos, certos defeitos, não mais serviremos de espelho para as pessoas nesse aspecto. Eliminados os defeitos e cultivadas as virtudes, passaremos a refletir o que é bom, seremos bons exemplos, bons espelhos. Esta é uma fórmula propícia para ajudar os outros, uma fórmula propícia de caridade, amor, de compaixão.

A projeção é uma escravidão, escravidão aos demônios dos outros e aos nossos. Assim, pautamos nossos atos, nossas ações, nosso comportamento, pelo que pensam esses demônios. É muito difícil perceber quando e o quanto somos escravizados por nossos pensamentos. Isto se dá de maneira muito sutil.

Vivemos pensando o tempo todo, nossa mente é inquieta, não temos um centro. Assim não podemos diferenciar aquilo que vem direta e naturalmente de nosso Ser daquilo que vem dos egos.

Temos que parar de culpar terceiros pelas coisas indesejáveis que nos acontecem, temos que tomar as rédeas das situações. Somente assim elas poderão ser mudadas. Nunca antes deste procedimento, nunca enquanto a culpa for transferida aos outros, às condições externas, etc. Essa tendência de culpar os outros faz parte da fantasia, da fascinação. Essa tendência de culpar os outros faz parte da projeção.

Apenas conhecendo a verdade sobre cada um dos aspectos da projeção é que conseguiremos nos libertar deles. Conhecendo a verdade sobre cada aspecto de uma projeção, um dia conheceremos a verdade fundamental sobre a própria projeção.

No momento, podemos concluir que nada sabemos sobre a projeção, podemos concluir que somos ignorantes. Qualquer tentativa de definição da projeção em nós pode limitar nossas experiências. Precisamos estar abertos para nos permitir descobrir, conhecer, cada vez mais, o processo da projeção em nós mesmos. Precisamos estar abertos nos permitir descobrir, conhecer, de maneira cada vez mais profunda e enriquecedora, sobre a própria projeção.

Talvez a busca pela compreensão e pela compaixão para com o próximo seja uma chave para a compreensão dessas verdades, visto que essa busca possivelmente já seja, por si, um ato de compaixão. A compaixão vai nos levando a desviar o foco de nosso universo próprio. E isso vai nos oferecer condições para começarmos a perceber gradualmente o mundo externo.

Provavelmente, depois de termos acompanhado toda esta reflexão, iremos negar seus pontos principais. De fato, fica difícil entender realmente o que seja todo esse fenômeno interno sem passar pela experiência de sair de dentro de nosso próprio universo. Sem uma compreensão plena, realmente fica tudo mais difícil, difícil principalmente para o ego. São os medos.

É cômodo viver sonhando, viver uma realidade destorcida. Por isso, a tendência primeira será negar tudo que foi dito. Estamos apegados à nossa realidade atual, temos medos do novo, do desconhecido, medo de nos defrontarmos com nossas misérias.

Pode parecer que tudo vai ficar mais feio e desconfortável quando pararmos de fantasiar e enfrentarmos a realidade. E possivelmente, a um primeiro momento, vai. Quando se encara a própria miséria, o sofrimento é inevitável. Mas, depois de vencermos este obstáculo, o que é verdadeiramente belo e novo poderá ser visto em toda a sua nitidez. Tudo será novo, tudo aquilo que víamos antes será visto de maneira diferente. Veremos a vida como ela realmente é, veremos a magia das coisas e descobriremos os segredos das simplicidades. Mas, para chegarmos a este ponto, teremos antes que vencer nossos demônios, nossos medos – os vilões que nos impedem de mergulhar no desconhecido.

Pode parecer que, se pararmos de nos projetar, o amor não mais existirá, as cores da vida empalidecerão. É só uma impressão. Veremos então as cores reais, e não mais as cores fantasiosas. E, indubitavelmente, as cores reais são muitos mais belas, porquanto verdadeiras. E o amor acontecerá livremente a partir daquilo que se apresenta de fato, da realidade dos seres, das flores, ao invés de se manter acorrentado às fantasias e idéias que projetamos.



Palavras de: Fábio F Bolota /Fundasaw-SãoPaulo
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A vergonha

O amor a verdade nos deixa expostos.

A vergonha é um dos aspectos do ego, não é real. É um estado de ser que nasce de uma psique frágil, insegura, cheia de ilusões sobre si mesma.

A vergonha nos causa sentimentos de opressão, tristeza, infelicidade, dor e sofrimento. Esta dor é uma dor psicológica, trazida pelas sensações de perda, exposição, erro, inferioridade, humilhação, pela inibição, constrangimento, timidez.

A vergonha é paralisante, pode nos impedir de participarmos de muitas situações na vida. Inesperada e desconcertante, a vergonha nos aprisiona dentro de nós mesmos.

Por vergonha, mentimos, fingimos, dissimulamos, falseamos, inventamos, criamos desculpas, explicações, justificativas, não somos fortes, não temos a coragem e a ousadia de aceitarmos nossos erros, nossos limites, nossas imperfeições. Estamos sempre atrás da aceitação dos outros.

Sentimos vergonha quando nosso lado sombra é exposto, quando nossas máscaras caem, quando achamos que vamos perder o controle, quando a sensação de exposição, inferioridade, humilhação, fracasso, imperfeição, inadequação e fraqueza nos domina, quando ficamos expostos em toda a nossa falsidade, maldade, maledicência, arrogância.

Podemos sentir vergonha por um evento passado, presente ou futuro. Este último caso é, na realidade, um medo de sentir vergonha.

A vergonha é a sensação de que nos depreciamos dentro do conceito de outrem. A vergonha é o resultado de uma preocupação exagerada com a nossa reputação, com a nossa auto-imagem. Aquele que sente vergonha está envergonhado do que é, ou seja, não se aceita como é.

A vergonha é o medo da zombaria, da ridicularização, da exposição, da humilhação, da desonra, do embaraço, da retaliação moral ou material, do castigo, da punição, da rejeição. É a preocupação com o que os outros vão achar, com o que os outros vão dizer, com o que os outros vão pensar, com o que os outros vão fazer. O foco essencial do sentimento de vergonha está no lugar do juízo alheio.

Em verdade, a vergonha é a preocupação com a maldade, o preconceito, a vaidade, a arrogância, dos outros, que não passam de projeções de nossos próprios demônios. Quando projetamos nossas idéias, por mais inconscientes que sejam, ficamos com vergonha por nos sentirmos expostos. Devemos compreender e enfrentar as situações e os nossos demônios. Só assim poderemos vencer as nossas vergonhas.

Sentimos vergonha porque nos cobramos demais, porque vivemos em conflito com nós mesmos, porque nos identificamos, porque nos projetamos, porque não nos aceitamos, porque somos vaidosos, orgulhosos, porque não nos permitirmos errar.

Normalmente as coisas que podem nos acontecer não têm importância real, mas se estamos atribuindo a estas coisas uma importância maior que o seu próprio tamanho, então temos aí uma projeção de nossa auto-importância, temos aí um ótimo material para análise.

A importância que tem para nós o escárnio e a zombaria do tolo não é senão a importância que damos ao orgulho, à vaidade que temos de nossa fantasiosa auto-imagem.

Não existe importância real em qualquer rótulo que possamos receber por nossas falhas, nossos atos fora de padrão. A grande preocupação está em receber os rótulos que julgamos negativos, maus, inferiores. Isto ocorre porque estamos identificados com rótulos que pré-definimos como positivos, bons, superiores.

O escárnio, o deboche e o sarcasmo virão, é certo. Se nos ressentiremos ou não, se reagiremos ou não, dependerá da nossa capacidade de compreensão, da não identificação, da compaixão, da tolerância, da paciência, da aceitação, da humildade.

Sentimos vergonha quando colocamos nossos egos acima dos fatos, quando acreditamos que eles são mais importantes do que os fatos ao seu redor. Quando, por exemplo, achamos que é mais importante manter a imagem do funcionário ideal do que executar o trabalho em si, da melhor forma possível, sentimos vergonha diante dos erros, que inevitavelmente acontecem.

O elogio, a auto-imagem, o status, a sensação de poder, de prazer, tornaram-se mais importantes do que o trabalho. Então, quando acontece a possibilidade de crítica, quando acontece uma exposição, uma ameaça à auto-imagem, sentimos vergonha. Se o foco for o trabalho e não o ego, é possível ver cada erro como uma forma de aprendizado.

Não resistir aos erros, não tentar evitá-los, aceitá-los com naturalidade, faz parte de nosso crescimento. Se o foco for o trabalho e não o ego, o que existe é apenas o trabalhar, o ego se desfaz no trabalhar, o “eu trabalhando” não está em evidência, e isso nos leva à paz, à tranqüilidade, à serenidade. Melhor ainda pode ser quando dedicamos, quando devotamos esse trabalho ao nosso Deus Interno, ao nosso Pai Interno, à nossa Mãe Divina. Se o desfazer-se nos leva à paz, o devotar-se nos leva ao êxtase.

Quando nos tornamos, ou melhor, quando nos colocamos como objeto da atenção alheia, sentimos como se houvéssemos perdido o controle da situação, como se estivéssemos em poder de terceiros, ficamos com uma terrível sensação de impotência. É comum enrubescermos quando nos tornamos objeto da atenção de um grupo de pessoas, seja ele grande ou pequeno, mesmo que esta atenção seja motivada pelo elogio. Neste caso, somos propensos a sentir orgulho e vergonha ao mesmo tempo.

Muitas vezes, aquele que enrubesce fica ainda mais vermelho pela vergonha de ter enrubescido, pois sente-se mais exposto por tal reação. É difícil aceitarmos nossas condições, nossos limites, queremos ser perfeitos, queremos parecer perfeitos.

Quando ficamos ansiosos, quando ficamos na expectativa de nos sairmos bem em uma determinada situação, quando chegamos a esse ponto, já estamos identificados com a personalidade, é o ego que quer se sair bem. A ansiedade gera tensão e nervosismo, que arduamente tentamos disfarçar para que os outros não percebam.


Não aceitamos o estado em que nos encontramos, começamos a ficar com vergonha do nosso próprio estado emocional, e um imenso conflito, uma enorme pressão ocorre dentro de nós.

Por vergonha de pedir orientação no trânsito, por exemplo, podemos desperdiçar um enorme tempo circulando perdidos pelas ruas. Podemos chegar até a perdermos um compromisso importante por causa disso.

Quanto maior a vaidade, o orgulho, o amor próprio, o apego à auto-imagem, maior o medo da vergonha, maior o medo de ser rotulado, julgado, rejeitado, maior a nossa resistência.

Quando somos observados, quando percebemos que alguém nos observa, ou mesmo quando imaginamos que alguém está nos observando, alteramos nossas feições, nosso modo de andar, nossa postura.

O observador pode até nem dizer nada, nem pensar nada, mas nos colocamos como objeto do pensamento, do olhar dele, e, identificados com nossas fantasias, com nossa auto-imagem, toda uma revolução se deflagra dentro de nós. Se um sujeito é vaidoso, por exemplo, irá se sentir o máximo ao acreditar que está sendo admirado.

Sentimos vergonha em situações de humilhação, mas também podemos sentir vergonha em situações de elogios. Sentimos vergonha por desejarmos parecer aquilo que não somos.

Parece que a vergonha está sempre associada a sensações de exposição, vulnerabilidade, inferioridade. Estas sensações não ocorrem com todo mundo, não ocorrem com qualquer um. Ocorrem se existir a possibilidade de os outros perceberem nossos erros, nossas falhas, nossos limites, nossas dificuldades, pois sempre nos achamos melhores, nos achamos superiores diante de quem erra.

Assim, se erramos, nos sentimos inferiorizados. E aí certamente sentiremos vergonha daquelas pessoas que acreditamos estar em nível igual ou, sobretudo, acima do nosso. É uma questão de autodefinição e definição dos outros, comparação entre definições, relação entre definições.

Se o simples fato de sermos julgados causasse, por si só, vergonha, viveríamos eternamente envergonhados. Afinal, sempre existe alguém a nos julgar, assim como sempre costumamos julgar os outros.

Não existe alguém que tenha a aprovação de todos, que tenha aceitação de todos. Assim, podemos observar facilmente que não sentimos vergonha perante qualquer juízo, perante o juízo de qualquer um. O juízo que pressupõe alguém reconhecidamente capaz de julgar é o juízo que nos faz sentir vergonha.

Sentimos vergonha quando, ao dizermos ou fazermos algo, nos lançam olhares de desprezo, espanto, assombro, como se estivessem a nos chamar de burros, de idiotas. Parece que ainda temos medo de cara feia. Se ficamos preocupados com a opinião dos outros é porque damos muita importância para a nossa própria opinião. Se ficamos preocupados com o julgamento dos outros é porque ainda julgamos muito.

Quando somos traídos, também sentimos vergonha. Ficamos com a auto-imagem e o orgulho feridos, porque acreditamos que vão sentir dó de nós, rir de nós, porque vão achar que somos tolos, fracos, incapazes.

Devemos compreender bem a vergonha, a culpa e o medo, pois esses sentimentos escondem muitos dos nossos condicionamentos.

Estamos sempre preocupados em não passar vergonha, em sofrer perdas, retaliações, rejeições, desmoralizações. Todas essas circunstâncias estão condicionadas ao ego, não ao Ser. Porém, atribuímos mais importância ao nosso ego do que ao nosso Ser, à nossa consciência ou o Self, como diz Jung.

A vergonha é gerada a partir da crença nas ameaças, ameaças contra a auto-imagem e contra as ilusões que alimentamos sobre nós mesmos; ameaças de perdermos nossas virtudes, ilusórias virtudes, pois as virtudes reais, conscientes, nunca perdemos.

O arrependimento é a tomada de consciência, não é um motivo de vergonha, mas de alegria, pois significa uma expansão da consciência. Sem consciência, somo vítimas de nossos egos, o que sentimos em situações aparentemente constrangedoras é medo, vergonha, orgulho, vaidade.

Ao reduzirmos o medo, a culpa, a ansiedade e a vergonha, precisamos cuidar para que não passemos a agir com descaso, desrespeito, indiferença, desprezo, desatenção, desdém, desleixo, desmazelo. É necessário que eliminemos nossos defeitos e cultivemos virtudes em seus lugares, virtudes conscientes.



Palavras de: Fabio F Bolota
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