terça-feira, 10 de maio de 2011

● Palavrões, Você fala?

Aprendemos palavrões e como usá-los sem precisar estudar e sem qualquer explicação. Mesmo crianças pequenas sabem que certas palavras são "feias", embora nem sempre saibam o significado delas.

Mas palavrões não são tão simples como parecem ser. Falar palavrões é um tabu em quase todas as culturas, mas em vez de evitá-los, como fazemos com outros tabus, nós os usamos freqüentemente.

A maioria os associa à raiva ou frustração. Além disso, seu cérebro lida com palavrões de forma diferente das outras palavras. Muitas pesquisas a esse respeito mostram que os homens xingam mais que as mulheres, mas estudos focando o uso da língua pelas mulheres mostram que elas xingam em contextos mais específicos.

No início da infância, o choro é uma forma aceitável de demonstrar as emoções e aliviar estresse e ansiedade. Conforme as crianças crescem, a sociedade ocidental os desencoraja a chorar, principalmente em público e é aí que entram os palavrões, da mesma forma que o choro para as crianças pequenas.

Os palavrões têm bastante efeito nas interações sociais.
Além disso, o uso de palavras específicas pode:

Eestabelecer a identidade de um grupo, fixar um membro em um grupo e manter o vínculo desse grupo, expressar solidariedade para com outras pessoas. Expressar confiança e intimidade. Acrescentar humor, ênfase e expressar choque, tentar esconder medo e insegurança porque acham que a situação requer essa atitude.

À primeira vista, parece que as pessoas podem falar palavrões quando bem entenderem e onde quer que estejam. No entanto, a lei constitucional pode ser trapaceira e um enorme número de processos relacionados com palavrões e xingamentos.

Acredite, mas, os tribunais têm examinado o uso de palavrões em contexto de incitação à violência, difamação e ameaças.

Além disso, muitos casos de assédio sexual envolveram registros de palavrões e xingamentos e alguns tribunais determinaram que isso cria um ambiente hostil e constitui assédio.

Em respeito aos sentimentos de muitas crianças, adolescentes e adultos que nesta segunda-feira estão retornando as suas obrigações escolares e trabalhos e se deparando com o término das minguadas férias de meio de ano.

Tenho certeza que se não falados em alto e bom tom estão pelo menos rondando as cabeças, a espera de uma distração de quem os julgue.

Assista o vídeo, e ria a vontade, afinal não será julgado, não foi você que falou!

Vídeo do youtube.com
http://www.youtube.com/watch?v=aOUqLT262uk&feature=player_embedded

Fonte: http://detudoumpoucomais.blogger.com.br/2008_08_01_archive.html
Imagens: google.com



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