quarta-feira, 23 de março de 2011

● Navegando nos Estágios da Limpeza Emocional

Vocês já se encontraram no meio de um problema emocional doloroso e não podiam encontrar uma solução? Já passaram por alguns daqueles momentos em que pensavam que o estava limpando, somente para se verem bem diante dele? Eu já passei por isto e não sei quanto a vocês, mas eu acho a clarificação emocional uma coisa arriscada, assustadora. É como tentar encontrar o seu caminho através de uma floresta cheia de areia movediça e profundos buracos cavernosos – é necessário um mapa realmente bom, realmente detalhado.

Durante a minha infância e a minha vida adulta, muitas vezes eu fiquei presa na areia movediça porque eu não sabia como navegar nos estágios da limpeza emocional. Assim, como nos movemos através dos estágios da limpeza emocional? E o que é?

LIMPEZA EMOCIONAL

A limpeza emocional é o processo pelo qual vocês se libertam das camadas dos seus bloqueios emocionais, transmutando as energias densas da raiva, da vergonha, da culpa, etc., contidas em cada camada para a compaixão. Estas camadas são mantidas prensadas e seladas em nosso corpo emocional até que elas sejam liberadas para vir à superfície (desencadeadas à ação), através dos conflitos que passam pelo nosso caminho. Neste ponto nos tornamos conscientes delas.

ESTÁGIOS DA LIMPEZA EMOCIONAL

Uma vez que as energias anteriormente mantidas em uma camada tenham alcançado a superfície, começamos o processo de clarificá-las. Esta limpeza envolve o movimento através de uma série de estágios que nos habilitam a liberar física e emocionalmente estas energias de nosso corpo, enquanto ao mesmo tempo, integramos o medo que está na raiz delas e aprendemos a lição envolvida. Caramba! Esta foi uma longa sentença!

Algumas vezes a limpeza é suave porque as energias presas são suaves, mas algumas vezes a clarificação é muito dolorosa, escalando para um conflito desenvolvido com alguém. Deixem-me apenas dizer que não obstante seja ela suave ou maior, ela não é fácil! É como tentar escalar, tentando sair de um destes buracos muito grandes, muito profundos!

POR QUE GOSTARÍAMOS DE FAZER A LIMPEZA EMOCIONAL?

Esta é uma pergunta muito boa. Há muitas compensações para a clarificação emocional. Uma é a ascensão – nós devemos aliviar os nossos corpos a fim de ascender e podemos fazer isto através da liberação das velhas energias presas que os tornam densos. Nós fazemos isto a fim de ter relacionamentos melhores e mais satisfatórios. Nós fazemos isto a fim de ter uma maior saúde mental e emocional.

Graças aos meses e meses de lições dolorosas com o meu marido Shaun, eu finalmente aprendi a navegar nestes estágios de clarificação emocional – pelo menos o suficiente para escrever este artigo. Tudo o que eu posso dizer é louvar o coração de Shaun por esperar lá comigo. Foi um desafio para dizer o mínimo! Clarificar com o nosso companheiro pode ser muito frustrante porque estamos constantemente sendo forçados a olhar o reflexo de nós mesmos. Nós não podemos escapar! Repetidas vezes nós nos interpelamos para saber por que teríamos concordado com esta dor e com esta agonia. Uma vez que imaginemos que este é um processo e vejamos a perspectiva mais elevada, somos capazes de avançar com um pouco mais de facilidade e graça de cada vez.

O PROCESSO

O processo de clarificação emocional é um processo que nos leva durante todo o tempo de uma perspectiva de 3D para a perspectiva multidimensional onde podemos transmutar a emoção para fora de nossos corpos físico e emocional. Ela começa com a nossa “Criança Interior” (CI), que é impulsionada à ação e termina conosco encontrando a compreensão mais elevada, multidimensional do problema emocional em questão. No caso de que você não esteja familiarizado com a Criança Interior, eu estou falando sobre esta pequena criança dentro de cada um de nós, e embora ele ou ela se comporte como uma pequena criança, o seu trabalho real é proteger os nossos corpos físicos de qualquer dano. A Criança Interior faz isto através do medo, mas este medo se torna desequilibrado quando ele ou ela começa a assumir as nossas emoções com ele.

Tenham em mente também que vocês não poderão perceber o que está ocorrendo até que fiquem acostumados a passar pela clarificação emocional e a reconhecer que estão sendo impulsionados, e até então os primeiros estágios (aproximadamente de 1 a 4), são freqüentemente inconscientes.

ESTÁGIO UM: O GATILHO

A primeira coisa que acontece quando surge um problema é que a minha Criança Interior (eu) fica alerta. Os “gatilhos” estão em nossas vidas para criar sentimentos indesejáveis dos velhos problemas, dos problemas emocionais essenciais que deixamos de clarificar no passado. Um gatilho pode ser algo que induza sentimentos de raiva, de culpa, vergonha, medo ou qualquer outra emoção “negativa”. Ele me deixa saber que um limite foi ultrapassado ou que uma velha ferida está ainda enterrada. Pode ser uma pessoa ou até uma situação (tal como pisar no meu dedo) que me impulsiona, e eu sempre sei disto porque eu reajo. Algumas vezes a reação é suave, como uma emoção sutil e/ou uma sensação física, mas há sempre algum grau de reação física ou emocional (ou ambas), até se é apenas um batimento cardíaco mais rápido por uns poucos segundos.

Quando eu clarifico um bloqueio emocional, eu normalmente limpo uma ou mais camadas fora do problema emocional essencial, resultando no gatilho que me afeta cada vez menos e menos. Uma vez que eu clarifique totalmente o problema, entretanto, o gatilho desaparece como se nunca estivesse lá.

ESTÁGIO DOIS: IDENTIFICANDO O GATILHO ATRAVÉS DA RAIVA

Quando reagimos a um gatilho, nós reagimos ao nível mais básico, com medo, porque o medo é a emoção de freqüência menos elevada. Algumas vezes eu ficarei literalmente temerosa, e poderei até sentir vergonha ou culpa, mas mais freqüentemente reagirei com raiva. Por que a raiva? A minha Criança Interior foi ferida e ela expressará esta dor com raiva, a fim de me proteger do sentimento desta dor. Pensem nisto como uma defesa para tentar parar a dor, continuando a assumir uma ação ofensiva. Vocês já ouviram “a melhor defesa é uma boa defesa”? A Criança Interior pensa assim.

Tanto Shaun como eu, tivemos um problema essencial envolvendo o abandono, e nós sempre desempenhamos o papel de gatilhos principais um com o outro em relação a este problema. Por exemplo, quando Shaun provoca o meu problema de abandono, eu quase sempre reajo primeiro com raiva. O cenário freqüentemente transcorre assim: Eu tomo uma decisão de fazer algo e eu lhe falo sobre isto. Ele comenta, e eu lhe digo que ele está tentando me controlar e eu fico muito zangada. Mas algumas vezes, eu sinto emoções mais sutis, tais como o medo ou a culpa. A razão pela qual elas são mais sutis é porque a minha Criança Interior realmente não quer sentir estas emoções (que estão em uma freqüência até menos elevada do que a raiva), assim ela usa a raiva como a nossa principal defesa/ofensa.

Algumas vezes eu estou extremamente zangada antes que eu até compreenda que fui provocada. É quase como se eu fosse o Piloto Automático da Criança Interior! Mas quanto mais experiente eu fico nesta tolice, percebo que posso identificar o gatilho mais prontamente.


ESTÁGIO TRÊS: PROJEÇÃO E CULPA
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Uma vez que a minha Criança Interior está suficientemente zangada, ela assumirá esta defesa da raiva e desviará os sentimentos de volta para a outra pessoa, responsabilizando-a. Desta forma a minha Criança Interior e eu não temos que assumir a responsabilidade de criar a nossa própria responsabilidade, isto é, a dor que estamos sentindo. Você pode acreditar que no passado eu responsabilizei realmente Shaun por eu ter pisado no meu próprio dedo, quando ele estava em um aposento distante na casa? Bem, eu o fiz, porque não podia suportar a dor de assumir a responsabilidade. Este fenômeno mais interessante é também chamado de projeção.

Assim, usando o exemplo do meu problema de abandono, quando eu projeto para Shaun quando estamos tendo um “gatilho de abandono”, eu aponto o dedo para ele e lhe digo que ele está me controlando e por isto é que eu sou miserável, triste, insensata, etc. A minha Criança Interior não está desejando reconhecer que este é o NOSSO problema neste ponto e assim nós tentaremos fazer dele o problema de Shaun até que estejamos prontas a assumir a responsabilidade.

ESTÁGIO QUATRO: REAÇÃO/PROJEÇÃO E CULPA ATRAVÉS DO GATILHO

Uma vez que eu reagi e culpei o “gatilho”, ele freqüentemente reagirá também, sentindo também dor, e apontando o dedo de volta para mim. Isto freqüentemente resulta em uma discussão, que poderá durar uns poucos minutos ou uns poucos dias dependendo de que camada do bloqueio eu estou tentando clarificar. Vocês podem ver que círculo vicioso isto é!

Por exemplo, uma vez que eu me irritei diante da fisionomia de Shaun, ele reage e se irrita com a minha. A Criança Interior dele não está desejando assumir a minha dor, e se ele tem a dor envolvida, ele não quer assumir a responsabilidade por isto também. Assim, ele aponta o dedo para mim, e nós continuaremos fazendo isto até que fiquemos cansados de discutir. Ugh!

Vale mencionar que se alguém esteve conscientemente clarificando emocionalmente por algum tempo, então ele poderá reagir de forma diferente. Eu estou me referindo a quando vocês podem ver conscientemente o gatilho chegando e escolhem reagir de forma diferente. Isto significa que vocês quase clarificaram o bloqueio. Mas não se agitem se não estiverem ainda aqui – velhos hábitos demoram a se extinguir! Acreditem em mim – EU SEI!!!

ESTÁGIO CINCO: EXPRESSANDO E LIBERANDO A RAIVA

Este é um estágio onde eu freqüentemente começo a me conter e me questiono com a minha Criança Interior sobre o que está acontecendo. Eu quero enfatizar firmemente que toda esta coisa aparentemente “negativa” está certa! Seus sentimentos são válidos e isto está certo, deixar a sua Criança Interior expressar e reagir de uma maneira apropriada, isto é, expressar os seus sentimentos sem se magoar ou aos outros. Vocês podem precisar fazer acordos com a sua Criança Interior quanto a se expressar, de modo que ambos se sintam seguros enquanto fazem isto.

É também muito importante que vocês se expressem tanto verbalmente quanto fisicamente, a fim de mudarem a energia do corpo físico e emocional de ambos. Eu achei isto muito útil para ambos gritar e falar alto, tanto quanto escrever o que eu chamo de um “desabafo”. Um desabafo pode ser tão suave quanto uma queixa ou tão explosivo quanto uma bomba de nêutrons, com palavras naturalmente. Vocês podem fazer isto como e onde se sentirem à vontade, mas se preferirem desabafar com alguém em particular, é sábio lhes perguntar primeiro se vocês poderão se desabafar com elas. Se vocês não o fizerem, elas poderão reagir com raiva. Eu também acho um item apropriado para usar fisicamente, tal como uma bola de espuma ou plástica ou um travesseiro, e então eu atinjo a minha cama ou o chão com eles. Eu recomendo qualquer um destes porque eu não posso me ferir ou aos outros (ou minhas propriedades), acertando algo leve com algo leve. Quando eu termino de me expressar eu sempre sei disto porque me sinto mais leve. Se eu não sei que estou pronta, então eu continuo até que eu saiba que acabei.

Eu não posso enfatizar o suficiente aqui que a principal coisa para manter em mente é que isto está certo, em expressar a sua raiva, etc., e não censurem a sua Criança Interior de qualquer forma, em relação aos seus sentimentos ou pensamentos. Deixem a sua Criança Interior expressar os seus sentimentos e validem estes sentimentos com algo como “Eu escuto arre”! ou “Saia”! Compreendendo e aceitando que apareça esta expressão “escura”, vocês serão capazes de integrar o medo e a raiva que vocês estão experienciando muito mais rápido.

Naturalmente, durante a nossa discussão inicial, Shaun e eu sempre liberamos alguma raiva. Algumas vezes nós até ficamos lá por uma hora e gritamos e bradamos um com o outro. Nós temos sentimentos confusos posteriormente sobre isto, porque enquanto nós dois ficamos arrependidos pelo que aconteceu, nós nos sentimos muito mais leves e melhor! Mas outras vezes nós temos que sair por nossa própria iniciativa e expressar a raiva, e eu sempre faço o que recomendei acima.

ESTÁGIO SEIS: ENCONTRANDO E RECONHECENDO O REFLEXO

Neste estágio eu começo a retroceder e perceber que eu tenho um problema com a outra pessoa e começamos a processar conscientemente, expressando como nos sentimos um com o outro. Nós nos empenhamos nisto favoravelmente, mas se eu tiver que continuar sem a participação do outro então está certo. Saibam também que este estágio do processo leva uma quantidade indefinível de tempo, dependendo do nível de comunicação entre eu e a minha Criança Interior. Nós freqüentemente começamos com um processo intelectual e terminamos com a minha Criança Interior expressando os seus verdadeiros sentimentos emocionais que estão no centro do gatilho. Este é o meu objetivo – a expressão verdadeira e honesta de minhas emoções. Esta é a linguagem da Criança Interior.

Uma vez que eu posso ser honesta comigo mesma, eu estou pronta para olhar para o reflexo e o reconheço. Encontrar o reflexo, ou me ver na outra pessoa, sempre me mostra como eu tenho tratado a minha Criança Interior. Reconhecer o reflexo significa que eu estou pronta para assumir plena responsabilidade pela minha dor e minhas ações. Significa ser brutalmente honesta comigo mesma e com os outros, mesmo que isto magoe. Assim, em meu exemplo, eu disse que Shaun estava me controlando, etc. Mas agora eu posso ver como eu tenho controlado a minha Criança Interior, não deixando com que ela se expresse ou ser quem ela realmente é, porque eu tenho medo de que Shaun me abandone. Agora isto é difícil de absorver, para nós dois porque a minha Criança Interior tem medo que eu a abandonarei sem culpa. Hummm... Vêem um padrão aqui?

ESTÁGIO SETE: CLARIFICAR O REFLEXO, ASSUMINDO A RESPONSABILIDADE E VALIDANDO A DOR.

Isto ocorre quando uso as ferramentas multidimensionais para “receber” a lição, assumir a responsabilidade e me liberar e à outra pessoa da culpa. Isto é o que chamamos de “clarificar o reflexo”. As ferramentas que eu uso são ferramentas multidimensionais conhecidas como as Sete Chaves da Compaixão. Eu uso a Fórmula da Compaixão (a 1ª Chave) e a Chave da Compaixão (a 2ª Chave), para clarificar o reflexo e elas funcionam maravilhosamente! Ao usar estas ferramentas eu sou sempre capaz de ver a perspectiva mais elevada e uma vez que eu sorrio de orelha a orelha com gratidão para a pessoa que é o meu gatilho, sempre quero agradecer a ele/ela pelo seu papel na lição. Uma vez que posso fazer isto, eu sei e sinto que eu a “compreendi”! Então eu posso me congratular por desgarrar outra camada de meus problemas emocionais! Arre!

Uma vez que eu assimilo a lição e sou capaz de assumir a responsabilidade por minha parte no ponto principal do problema, eu sou capaz de validar a dor e a mágoa da outra pessoa. A validação significa ser capaz de me desculpar pela dor que eu causei na outra pessoa pelas minhas ações sem quaisquer desculpas ou sem defender o meu comportamento. Eu falo com a dor, descrevendo-a como se ela estivesse acontecendo comigo. Este é um estágio importante, e pode ser somente alcançado depois de eu poder me conectar emocionalmente com a dor da outra pessoa. No exemplo do conflito entre Shaun e eu, isto é onde eu digo a ele: “Desculpe-me, Shaun, por eu ter lhe acusado de tentar me controlar. Eu sinto muito por não ter lhe tratado como um companheiro, e por causa da determinação de tê-lo em meu caminho, eu o acusei de tentar me controlar... que é o que eu estava fazendo! E assim eu estou muito sentida pela dor que a minha acusação causou”.

Eu tenho que deixá-los saber que eu os ouvi e os senti, repetindo como é que eles magoam, e desculpando-me por causar a dor. Não importa se eu pretendia causar a dor ou não – se eu posso sentir a sua dor, eu sou sempre capaz de validá-la. E na maior parte do tempo, tudo o que a pessoa quer ouvir é que eu estou sentida pela mágoa que causei. Saibam que isto não inclui qualquer garantia de mudar o meu comportamento – eu estou simplesmente validando a sua dor.

Mas e se eu perceber que não posso validar a dor e o sofrimento do outro? O que faço então? Eu tenho que voltar e falar com a minha Criança Interior porque eu sei que ela está me impedindo de sentir a dor da outra pessoa. Por quê? Porque ela teme que eu a abandone se ela sentir a dor de Shaun. Ela me impede de sentir a dor de Shaun porque é um tipo ou nível de dor que eu disse a ela que nunca quero sentir... Por isto o bloqueio. Assim, eu faço um acordo com a minha Criança que eu não a abandonarei se eu tiver os sentimentos de Shaun.

Eu sei que ela concordou porque eu começo a sentir a dor da outra pessoa... Neste caso, a dor de Shaun.

Assim, é isto . . . Estes são os estágios da clarificação emocional. Conhecendo apenas os estágios e sabendo o que esperar tem me dado grande conforto quando estou no meio de meus problemas. Cada vez que passo por eles, eu os imagino um pouquinho mais e assim sou capaz de arrastar-me acima para fora do meu conhecido buraco, um pouco mais rápido. É a minha esperança que com este artigo vocês tenham um mapa suficientemente claro para navegar através da sua selva da clarificação emocional e encontrar o seu caminho de seus próprios buracos emocionais.




Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
http://desenvolvendoaconsciencia.blogspot.com/2008/07/navegando-nos-estgios-da-limpeza.html


Vamos utilizar o processo Ho'oponopono para a limpeza emocional/memórias de nossas 'Crianças Interiores' (Unihipili)...


Divino Criador limpe em mim, em nossas crianças internas, as memórias de dor, abandono, rejeição, culpa humilhações, cobrança, crítica, carência afetiva,
que compartilhamos e que sejam transmutadas em pura Luz!
Me perdoe. Me perdoe. Me perdoe. Sinto muito e lamento por todo equívoco que provoquei, por todo sofrimento que lhe causei. Amo vocês minha criança querida e sou grata por libertar a vocês e a mim.

Na Paz do Eu!

Aninha


● A arte de transformar sentimentos em palavras

Cada um de nós é dotado de capacidades que nos tornam singulares em meio a milhões de pessoas. Essas capacidades, quando colocadas em prática, enriquecem o mundo e a vida daqueles que estão ao nosso redor. A nós, proporciona a bela satisfação de nos sentirmos realizados, úteis, capazes, pois, como Jesus nos mostrou no Evangelho, não podemos esconder o nosso talento. Precisamos agir como bons administradores e multiplicar o dom dado pelo Criador a nós.

Tais talentos, no entanto, são diferentes, e é justamente na convivência dessas diferenças que está a beleza. Ao escultor é dada a capacidade de transformar pedra em belas imagens. Ao agricultor, a capacidade de trabalhar a terra e dela extrair alimentos para sua subsistência. A nós, Editora Canção Nova, foi dada a capacidade de transformar sentimentos em palavras, para que estas cheguem ao seu coração e te conduzam a Deus.

Somos uma equipe cuja missão é levar a Boa Nova por meio de experiências vividas e atualizadas ao longo da história. Histórias simples, mas que possuem como ponto de relevância a vivência do amor. Amor gratuito, amor de entrega, amor recíproco. Um amor que queremos tornar conhecido e, como diz o monsenhor Jonas, um amor vivo e vivido.

Mas quem é esse amor, capaz de viver a gratuidade, a entrega total e se dar sem esperar reciprocidade? Este amor é senão e somente Jesus Cristo, aquele a quem somos chamados a anunciar em cada frase e cada página de cada livro. Queremos ser seus tradutores aqui nesta terra, e assim participarmos do mistério de transformar sentimentos, que, às vezes de tão intensos, se tornam indescritíveis em palavras.

Somos garimpeiros na mina do Senhor! Aqui, cada um tem a missão de procurar o tesouro. E quando ele é encontrado, esse fato é anunciado com grande alegria, uma vez que ele enriquecerá a vida daqueles que o receberem… Logo, tudo aqui é partilhado, valendo a dinâmica de que há mais alegria em dar do que receber. Não queremos usufruir desse tesouro sozinhos.

Assim, a nossa missão é a participação no mistério de transformar sentimentos em palavras. A sua, em cooperação com a nossa, será a de levar a riqueza do garimpo para o máximo de pessoas possível.

Você aceita?

Se sua resposta for positiva, provará a alegria da realização de colocar seu talento em prática e, desse modo, enriquecer a vida de muitos a sua volta!


Palavras de:Jocelma Cruz
Imagens: google.com




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● Tipos de pessoas difíceis

Pessoas difíceis são aqueles tipos insuportáveis que se recusam a fazer as coisas do jeito que você quer, ou melhor, que fazem exatamente o que você não quer que elas façam – e você não sabe o que fazer com elas!

Boas notícias: você não precisa mais ser vítima desse tipo de pessoa. Já que você não pode mudar as pessoas difíceis, pode ao menos influenciá-las de modo que elas próprias decidam a mudar a si mesmas.

Você vai ler neste artigo o trabalho de dois médicos, Dr. Rick Brinkman e Dr. Rick Kirschner, que estudaram a saúde do ponto de vista da atitude e do comportamento.

Em 1982, eles criaram um programa de como lidar com pessoas difíceis, sob encomenda de uma instituição de saúde mental, que resultou no livro com esse tema.

Primeiramente eles separaram os 10 comportamentos mais indesejáveis. Identificaram ainda como as pessoas ditas "normais" se comportam quando estão ameaçadas ou pressionadas, ou mesmo quando as circunstâncias não são nada favoráveis.

Assim foi feita a divisão. Ficou um pouco extenso, mas pode valer a pena se você aplicar essas teorias. Veja se você se identifica com alguns desses tipos ou se você conhece alguém com essas características:

1. TANQUE DE GUERRA

Para lidar com este tipo, que é agressivo, rude, escandaloso e poderoso, é preciso impor respeito. O “tanque de guerra” gosta de confrontos, é acusador e raivoso – ele é o rei do comportamento agressivo e atrevido. Mantenha-se firme, mas não contra-ataque. O melhor é demonstrar auto-confiança e concentrar-se na síntese do problema, além de deixar claro que vocês estão do mesmo lado. Na ânsia de controlar o processo e cumprir a missão, a pessoa tanque não se acanha de passar por cima de você, embora haja nada pessoal em jogo: você apenas ficou no caminho. Evite entrar na onda do tanque. Você pode ganhar a batalha, mas pode perder a guerra se ele decidir formar uma aliança contra você. Imponha respeito porque ele não ataca quem respeita. Lidar com pessoas agressivas exige reações categóricas.

2. ATIRADOR DE ELITE

Dissimulado, ele não esbraveja, prefere usar a sabotagem e comentários depreciativos. Este perfil exige que você aponte os holofotes, ou seja, coloque-o em evidência, tirando-o da toca. Quando as coisas lhe desagradam, ele tenta assumir o controle por meio do constrangimento e da humilhação. Ele é o rei das frases maliciosas e dos comentários sarcásticos. Seja através de comentários rudes, do sarcasmo mais cáustico ou mesmo de um movimento malicioso dos olhos, a especialidade do “atirador de elite” é deixar voe com cara de bobo. Então, proponha um futuro civilizado. Se ele se tornar um atirador, use a mesma estratégia para este tipo. O primeiro passo é tirá-lo de seu esconderijo, ou seja: expô-lo. Como seu poder deriva do trabalho feito às escondidas, quando você revela a posição do “atirador de elite”, ela perde sua eficácia.

3. GRANADA

Ele tem acessos de raiva e fúria desproporcionais às circunstâncias, mas que geralmente são em função da insignificância dada a ele. Geralmente se consideram desrespeitadas e ignoradas. Quando o silêncio se torna ensurdecedor, cuidado com o temperamento explosivo do tipo granada, que pode ter acessos de fúria de uma hora para outra: “Ninguém aqui se preocupa com isso! Esse é o problema do mundo de hoje. Nem sei por que eu ainda me preocupo com isso!” (Enquanto a pessoa “tanque de guerra” atira em um único algo, o “granada” explode, fora de controle, em todas as direções: os “ataques” do granada podem não ter nenhuma relação com as circunstâncias do momento.) Mostre sua "preocupação" ao falar com ele, mas pode usar um tom de voz mais alto ao pronunciar o nome dele, porém sem agressividade. Responder com raiva é como apagar incêndio com gasolina.

4. SABE-TUDO

Essa pessoa sabe 98% de tudo, fala horas sobre qualquer tema, porém não ouve os demais. É importante que você também esteja completamente a par do assunto. Este tipo controla as pessoas e as situações dominando a conversa com argumentos longos e autoritários. Eles têm pouca tolerância para correções e contradições. Esteja prevenido: você vai precisar voltar atrás com o “sabe-tudo” mais do que com qualquer outra pessoa difícil. Ele precisa sentir que você entendeu profundamente o brilhantismo de sua visão, antes que você possa redirecioná-lo para outro ponto de vista. Não fique ressentido com o “sabe-tudo”. Não é da natureza dele ouvir uma segunda opinião. Os ressentimentos levam apenas a discussões improdutivas. O “sabe-tudo” raramente tem dúvidas e sua tolerância para correções e contradições é baixa. Porém, se alguma coisa dá errado, ele apontará o culpado com a mesma autoridade: você! Seja, então, paciente, flexível e esperto ao apresentar suas idéias.

5. ELE PENSA QUE SABE TUDO

Induz facilmente os outros ao erro, pois é convincente na argumentação, mesmo não tendo domínio sobre o tema. Esse é um especialista em exageros, meias-verdades, jargões, avisos inúteis e opiniões não solicitadas. Carismática e entusiasmada, essa pessoa desesperada-por-atenção pode persuadir grupos inteiros de ingênuos e induzi-los ao erro. Na verdade, necessita de atenção, então, dê. Reconheça a boa intenção dele e foque no que realmente interessa, entretanto sem ser ameaçadora, resistindo à tentação de constrangê-lo. Mostre alternativas e o coloque ao seu lado.

6. PESSOA-SIM

Agradar a todos. Este é o objetivo da pessoa que só diz “sim”. Ela concorda com qualquer solicitação sem pensar nas consequências. Age lentamente e deixa um rastro de desculpas por promessas não cumpridas, tudo fruto da falta de organização. Em geral, promete muito e realiza pouco, ela deixa as pessoas furiosas. Fale francamente sobre sua postura, mas sem ser ofensiva, e elogie sua honestidade. Depois de entender por que não cumpre as promessas, faça um planejamento com ela, inclusive com cronograma de atividades, e comemore a cada etapa vencida.

7. PESSOA-TALVEZ

Não consegue tomar nenhuma decisão quando é algo importante. Não gosta de pedir ajuda para não ‘incomodar’ ou deixar os outros ressentidos, nem quer ser portador de más notícias. Pessoas com esse tipo de personalidade não gostam de ser repreendidas, por isso evitam tomar decisões. Afinal, a escolha errada pode desagradar a alguém e, até que a outra pessoa tome a decisão, ou ainda que a decisão se faça sozinha. Com isso, a pessoa “talvez” adia os problemas que precisa resolver – e isso acaba causando tanta frustração e aborrecimento que ela é deixada de lado pelos outros quando os relacionamentos são importantes e significativos. Estabeleça uma zona de conforto e a mantenha motivada. Para lidar com ela, deixe de lado a impaciência, irritação e pressão.

8. PESSOA-NADA

Esta é invisível, ninguém sabe o que se passa pela cabeça dela, feedback não entra na sua rotina. Geralmente é uma pessoa tímida, pouco à vontade e insegura. Como acha que não tem nada de bom a dizer, prefere ficar calada na maior parte das vezes. O silêncio pode ser uma forma agressiva que ela escolheu para se expressar. Podem até fazer um último comentário sobre os poderes implacáveis que não deixam as coisas darem certo: “Tudo bem! Faça do jeito que você está querendo. Mas não venha comigo se não funcionar!” Mas, a partir desse momento, a pessoa “nada” não falará nem fará nada. A idéia é quebrar o gelo, e para isso não tenha pressa, faça perguntas abertas (não podem ser respondidas com apenas um sim), mostre a ela que o silêncio pode ter conseqüências negativas.

9. PESSOA-NÃO

Indolente e desencorajadora, esta pessoa leva os outros ao desespero por causa do seu pessimismo. Certa de que o errado nunca será corrigido, a pessoa “NÃO” não hesita em proclamar em alto e bom som como se sente: “Esqueça isso, já tentamos antes. Não funcionou daquela vez, nem vai funcionar agora. Desista e evite gastar energia com uma causa perdida.” Muitas vezes essa atitude acaba sugando as outras pessoas para o mesmo fosso de falta de esperança. A melhor forma de lidar com ela é deixando o trabalho fluir e aproveitar na negatividade dela informações valiosas que somente uma visão pessimista consegue enxergar.

10. RECLAMADOR

É horrível conviver com pessoas assim. O reclamador mergulha de cabeça nos problemas, reclama incessantemente e para ela tudo está sempre errado. Oprimido e esmagado pela incerteza que nos envolve, os “reclamadores” abandonam qualquer idéia de solução. Em vez disso, eles se sentem cada vez mais desesperançados e se agarram a qualquer problema que possa ser usado como prova para uma generalização em larga escala. Neste caso, você terá, ainda que isso lhe custe muito, ouvir suas queixas. Calma, anote os pontos principais, assuma o controle e direcione o foco para a solução. Como ela generaliza as reclamações, mande que seja objetiva e só depois volte a falar com ela sobre o assunto. Agora se isso persistir, você deve impor limites com mais rigor.





Palavras de: Dr. Rick Brinkman e Dr. Rick Kirschner
Do livro: Aprenda a lidar com pessoas difíceis"
Imagens: google.com

Após ler essas dicas importantíssimas para lidar com essas pessoas que estão no nosso trabalho, na nossa família, do nosso lado espero que você possa cultivar habilidades de harmonização e redirecionamento, de modo a transformar conflitos em momentos de cooperação. Busque encontrar o melhor de cada pessoa. Da mesma forma que algumas pessoas extraem o melhor de você e outras extraem o pior, você pode tirar a melhor parte do pior de cada pessoa. É uma questão de entender de onde elas vêm e o que significa trabalhar com elas. Mas, lembre-se que muitas vezes o difícil não pode ser "elas" e sim você mesmo. Precisamos nos conhecermos mais para tornamos também pessoas melhores para os outros.


Um forte abraço e uma semana feliz . . .


● Fácil e Difícil

● Fácil e Difícil


Falar é fácil quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião…
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer.

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias…
Difícil é refletir sobre os seus próprios erros.

Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ela deseja ouvir…
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade quando for preciso.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a mesma…
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado…
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece.

Fácil é viver sem ter que se preocupar com o amanhã…
Difícil é questionar e tentar melhorar suas atitudes impulsivas e, às vezes, impetuosas.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar…
Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar…
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.

Fácil é ditar regras. Difícil é segui-las…



Palavras de: Carlos Drummond de Andrade
Imagens: google.com

● Como Liderar Pessoas Difíceis – A arte de administrar conflitos.

"Como Liderar Pessoas Difíceis" – A arte de administrar conflitos.

Neste livro o autor procura responder àquelas perguntas que nos fazemos todos os dias: como lidar com os invejosos, rancorosos ou orgulhosos? Como lidar com os filhos rebeldes? Como liderar colaboradores inflexíveis?

Sabemos que muitas vezes o conflito é inevitável, mas devemos utilizar os nossos conhecimentos de liderança amorosa diante de situações que parecem não ter saída.

Os grandes líderes sabem que uma equipe de sucesso é composta por pessoas complicadas que tiveram seus potenciais trabalhados. Assim como fez Jesus, que escolheu um grupo formado por pessoas difíceis para serem seus apóstolos, mas soube moldá-los e os transformou nas pilastras de sua Igreja.





Palavras de: João Carlos Almeida
Imagemns: google.com

● Mudando Comportamentos Usando a PNL

● Mudando Comportamentos Usando a PNL



Em que são baseadas nossas escolhas? Por que adotamos este comportamento e não aquele? Experiências passadas, referências, crenças, nossa formação podem ser suficientes para responder estas questões. O fato é que as reações, nossas escolhas foram as melhores que tínhamos disponíveis naquele momento de decisão.

Todo comportamento tem uma intenção positiva para quem o pratica. Mesmo não sendo a melhor escolha social ou que vá agradar as pessoas a sua volta. Quem age tem uma causa, uma razão. Para a Programação Neurolingüística os motivos de um comportamento são sempre positivos.

Um dos pressupostos básicos da PNL chama-se flexibilidade. Procuramos expandir nosso mapa para termos mais escolhas e quanto mais as tiver, mais você estará livre e menos influência sofrerá. A PNL permite seu autodesenvolvimento e mudança. Você usa primeiro para mudar a si mesmo – “Quando eu mudo em mim o mundo muda para mim” – e em segundo lugar para ajudar a melhorar as pessoas que estão a sua volta. Quanto mais souber a respeito de si mesmo, mais poderá ajudar os outros. Exercitando nossa flexibilidade somos capazes de nos colocar em segunda posição. Segundo Joseph O´Connor (Manual da Programação Neurolingüística, Qualitymark, pág. 39), “estar em segunda posição é dar o salto criativo de sua imaginação para compreender o mundo a partir da perspectiva de outra pessoa, pensar de forma pela qual ela pensa”.

Comportamentos indesejados, reações recorrentes, a bebida, o cigarro apresentam, de alguma forma um ganho secundário. Algo que torne essa ação prazerosa. Às vezes esses comportamentos oferecem uma resistência maior à mudança. Uma boa opção é produzir escolhas, outras opções que possam fornecer o mesmo prazer que a atividade lhe proporciona. Toda grande mudança possui:

1- O Desejo
– O seu desejo. Sinta-se merecedor daquilo. Você possui todos os recursos que precisa para atingir o nível de mudança desejado. Esta meta é possível e você pode chegar lá.

2- O Problema
– Este é o estado atual. Como você se encontra agora. O que precisa ser mudado para a ecologia ser completa. Estabeleça um problema de cada vez e se esse for muito grande segmente-o para tornar-se mais fácil sua resolução.

3- A Boa Formulação de Objetivos
– Nesta etapa você vai se programar. Traçar seu plano de ação para conseguir o resultado desejado. Liste todas as ações possíveis para você e não se esqueça da ecologia.

4- A Ação
– A partir do plano traçado, chegou a hora da ação. Comece gradativamente e vá anotando todos os ganhos que você obter. Parabenize-se quando tiver um resultado positivo. Se for preciso use sua flexibilidade e altere o plano.

5- A Revelação
– À medida que suas ações forem praticadas, seu comportamento automaticamente irá mudar. Você poderá não perceber, mas os outros a sua volta sentirão a mudança e lhe darão o feedback.

6- O Auto-Conhecimento
– Aprenda com isso. Transforme a experiência negativa em recursos. Eles serão úteis para você e para os outros.

Possuímos três maneiras para orientar nossos pensamentos: (1) captar as informações do mundo externo, (2) lembrar das informações que já estão em nossa mente ou (3) construir uma informação a partir de fragmentos. O quadro abaixo mostra como podemos gerar comportamentos e ações:

FONTE

Fisiologia
Ações
Linguagem
Foco / Crença

CAUSA

Emoções
Sentimentos
Estado

EFEITO

Comportamento


Com isso podemos organizar nossas ações e pensamentos em prol de uma mudança positiva. Comece pequeno, mas aja. Aja com eficácia, faça as coisas mais importantes primeiro e nós sabemos o que é mais importante. Você é o principal responsável pelo seu sucesso pessoal e profissional. Não fique esperando pela iniciativa alheia, tome você mesmo a responsabilidade pelos seus desejos, movimente o leme e mude o curso para navegar o rio da vida.




Palabras de: Por Rodrigo Zambom
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● Pessoa difícil . . . é Carência

1 – PRINCÍPIO DO BEM - Niguém é destrutível porque quer.

Todos nós temos momentos de raiva, tristeza ou frustração. Isto é normal, e com o passar dos dias acaba. Mas quando continua, se aprofunda e toma conta do coração. Mas a maldade só toma conta da pessoa quando ela tem alguma carência, ou seja, a falta de alguma coisa em sua vida.

Ela fica no lugar do que esta ausente causando a sensação de bem estar e de que não falta nada. A maldade é o tipo doentio de compensação de algo muito importante que a pessoa perdeu ou nunca conheceu.

2 – PRINCÍPIO DA ALEGRIA
- Ninguém e triste porque quer.

Ninguém em juizo perfeito deseja ser mal humorado, ranziza, etc...

Nós não somos assim, mas em alguns momentos da vida, nós estamos assim, e como já dito, com o passar do tempo esses sentimentos desaparecem. Porém, as pessoas negativas, não conseguem ser felizes por si mesmas e buscam a felicidade no prazer de humilhar outras pessoas, ficando dependente dessas situações para ter um pouco de bem estar, esquecendo que a felicidade está dentro de cada um e não fora. A felicidade é contagiante, é mais fácil ser feliz perto das pessoas felizes. Quando estiver com alguém que só consegue ser feliz causando desgraça alheia lembre-se: ela não é assim porque quer, mas porque não consegue enxergar a vida como ela é.

3 – PRINCÍPIO DO AMOR
- Ninguém odeia porque quer.

O ódio nasce cresce e se instala quando sofremos algum tipo de humilhação. O ódio é como uma planta, que quando se rega cresce. O ódio só fica anormal quando não vai embora. Quando impede que a gente perdoe quem nos humilhou.

Então começa uma roda viva em que, cada ato movido pelo ódio gera mais ódio, quando somos incapazes de perdoar significa que: quem nos maltratou é superior a nós, tanto que os seus atos tem o poder de definir nossos sentimentos, na verdade essas pessoas cheias de ódio se sentem inferiores, incapazes de amar, de perdoar. Mas você consegue, toque a sua vida para sua frente, isso faz toda a diferença.

4 – PRINCÍPIO DA AÇÃO POSITIVA
- Ninguém age negativamente por quer.

Primeiro, agir de maneira negativa é não agir de acordo com que somos, mas que estamos. Não somos vingativos, em alguns momentos estamos ou ficamos vingativos. Este sentimento de vingança é temporário, é uma reação necessária e involuntária devida à ação de quem nos provocou. A reação é uma ação negativa, é como uma resposta a provocação, isto significa que quem está decidindo a nossas ações, não somos nós, mas quem nos provocou. Se você reage, você faz o que a pessoa quer, mas se você agir (com consciência e não com a raiva). Você prova que é dono de si mesmo. Nossas ações devem vir de dentro de nós e não como reação ao que vem de fora de nós. Não reaja, aja.



Fonte de referência: http://pt.shvoong.com/books/494488-como-lidar-com-pessoas-dificeis/
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Postado em: "Gotas de Sabedoria" http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=22310526

● Aprenda a lidar com pessoas difíceis

As pessoas com as quais você tem grande dificuldade de lidar são também aquelas que podem ser os seus mais valiosos mestres.

Isso porque os problemas que você tem com elas não são necessariamente em função da maneira como essas pessoas são ou agem, mas sim, da maneira que você reage a elas.

Aprenda a lidar com pessoas difíceis e você irá aprender valiosas lições a respeito de si mesmo. Aprenda a se relacionar positivamente com pessoas difíceis e você irá desenvolver habilidades que podem muito lhe ajudar em muitas outras situações desafiadoras.

As pessoas são aquilo que são. Desista de tentar mudá-las, julgá-las ou condená-las e olhe pelo valor que elas podem oferecer. Algumas vezes esse valor é algo que está profundamente oculto e quando você o encontra você acaba descobrindo um tesouro preciosissimo; algo que pouquíssimas pessoas investem um bom tempo em descobrir.

As pessoas com as quais você interage são espelhos que ajudam a ver algumas coisas dentro de você. Com algumas pessoas, esse espelho pode ser difícil de olhar, porém, quando você tem a coragem de faze-lo, as recompensas podem ser maravilhosas.



Palavras de: John Maxwel
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● Rapport consigo mesmo

Todos nos perguntamos como facilitar os processos de transformação interna. No início parece fácil tomar decisões de vida e executá-las. Mas, volta e meia, nos percebemos nos "auto-sabotando". E tudo isso porque não escutamos o suficiente a nós mesmos. E porque isso não acontece? Porque não desenvolvemos o suficiente a capacidade de nos sintonizar com os nossos lados internos, nos sensibilizar para escutar o que diz o nosso coração. Em suma, não conseguimos suficiente Rapport.

Rapport
é uma palavra francesa que significa harmonia, confiança, segurança e compreensão (com os outros ou consigo si mesmo). Ter rapport com os outros significa ter relacionamentos de qualidade. Ter rapport consigo mesmo significa ter um diálogo interno produtivo, não ignorar os reclames da própria alma.

Tal como uma cadeira, para que possamos ter "estabilidade" em um processo de mudança interna, o ideal é que haja quatro sustentáculos, quatro pernas que apoiem a mudança. E todos eles são uma forma de Rapport. Estes são:

. rapport com o aspecto físico;
. rapport com as diversas partes da mente;
. rapport entre o corpo e a mente;
. rapport com a parte espiritual de nosso ser.

O Rapport consigo mesmo tem três aspectos:
Acuidade perceptiva (sensorial);

Auto-observação
é a chave para o auto-aprendizado e para a autoconsciência. E as representações internas, em nossa mente, são a chave para o controle dos estados mentais, físicos e emocionais. A auto-observação não significa distanciamento de nós mesmos, de nossas próprias emoções. Significa observar o seu começo, sua origem, sua expansão e sua diminuição, entendendo que são partes de nós, mas não são o todo de nós.

Flexibilidade
nos pensamentos, sentimentos e ações (adaptabilidade); Flexibilidade é entender que o objetivo final não é o meio. Podemos encontrar várias formas alternativas de agir. Quem tem apenas uma forma de comportamento perante uma determinada situação da vida está agindo como um robô de si mesmo.

Objetivos bem elaborados;

Apenas "ter esperança" no futuro (ficar esperando) não é suficiente. Imaginar um futuro melhor ("i" de interno + "maginar, magicar" = magia interna) é o primeiro passo. Mas deve ser seguido de ação positiva no mundo material, para consolidar os efeitos da magia interna (imaginação).

Você cria o seu futuro com o que faz agora. Pense sobre o que deseja ser - seus objetivos - e siga o modelo seguinte para a sua concretização:

1.
Expresse seu objetivo em uma linguagem positiva.
2.
Torne o seu objetivo tão específico quanto possível
3.
Situe-os em sua área de influência.
4.
Defina os recursos que possui e aqueles que pode adquirir.
5.
Identifique as evidências de atingimento (Critérios) de seus objetivos (isto é, como saberá que os alcançou).

Seja um objetivo físico, profissional, social, emocional ou espiritual, experimente um formato de linguagem que afirme o que você deseja alcançar, não algo que deseje suprimir. O Universo não trabalha com base em ausências ("a Natureza não suporta o vácuo") e busca preencher com algo efetivo.

O Que, Porque, Quem, Como, Para que, Qual, Quando, Onde;

Devemos usar com muito cuidado estas palavras pois elas guardam muito poder na linguagem. Se focarmos o nosso "O Quê" nos problemas e não nas soluções, teremos dificuldades. E também não é tão útil perguntar o "porquê" de uma situação indesejável, bem como não resolve muito perguntar o "de quem" é a culpa, seja nossa ou de outros. Isso só dirige a nossa criatividade para a manutenção da situação inadequada, contribuindo também para gerar remorsos, ressentimentos e mágoas. E ficar descrevendo para os outros o "como" o problema nos afeta só contribui para consolidar o incômodo que ele nos causa.

Ao invés, prefira o "Para quê" e "Qual", isto é, em que direção desejo ir, qual é o meu objetivo e estou me dirigindo para "o quê" Estabeleça sub-objetivos (metas) e defina prazos. Teste a congruência de seus objetivos (e de cada uma das metas) com seus valores e crenças pessoais. Pense nas conseqüências mais amplas da realização disso em sua vida. Como as outras pessoas e tarefas de sua vida serão afetadas? e, por final, exercite "Viagens ao Futuro" subjetivas e Integre a sua Identidade em seus objetivos.




Palavras de: Por Antonio Azevedo
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domingo, 20 de março de 2011

● Rapport – sintonia em comunicação

● Rappod – sintonia em comunicação

Rapport significa um relacionamento marcado pela concordância e alimenta semelhanças. É um relacionamento no qual as pessoas estão alinhadas e em harmonia, tanto verbal como não verbal.

Define-se rapport como um relacionamento caracterizado pela harmonia, similaridade ou afinidade. Existem duas formas de se olhar para as pessoas. Uma delas é enfatizando as diferenças, outra é enfatizando as semelhanças dos assuntos compartilhados.

Dois níveis mentais operam simultaneamente em qualquer comunicação e relacionamento: o consciente e o inconsciente.

É a mente consciente que detecta as diferenças. É ela que nos faz sentir-nos excitados ou curiosos por novidades e coisas diferentes. Mas estes impulsos são facilmente superados e dominados pela mente inconsciente. É ela que detecta as semelhanças, que nos faz buscar similitudes, familiaridade em todas as situações em que nos encontramos na vida, porque coisas familiares nos dão bem-estar e segurança.

Uma viagem a lugares exóticos, excita a mente consciente, e mesmo que estejamos curtindo estes lugares e experiências novas, há sempre um imperativo interior que nos leva a procurar coisas e situações familiares. É por isso que nos sentimos mais motivados a conversar com alguém que tenha algo em comum conosco do que ao contrário.

Como nossa mente consciente é responsável por, aproximadamente 5% à 9% das atividades de nossa vida, ficando com nossa mente inconsciente os restantes 91% à 95%, conclui-se que a força do inconsciente tem preponderância sobre as necessidades conscientes. Se enfatizarmos as diferenças num relacionamento, será difícil conseguir rapport. Ao enfatizar o que as pessoas têm em comum, resistências e antagonismos tendem a desaparecer.

Quando ele se transforma em persuasão, ter grande rapport com o outro pode conduzir a uma situação de aceitação incondicional de uma sugestão. Isto é devido ao nível de confiança que vem com o rapport. Se houver confiança, então o outro estará aberto a aceitar o que você tem a dizer.

Usar a técnica da rapport é um aprendizado profundo, e um dos pressupostos usados é a Lei das Variedades Requisitivas, já mencionada, quando apresentamos os pressupostos norteadores da PNL. Segundo esta lei, num sistema inter-relacionado, homens ou máquinas, o elemento que tiver mais flexibilidade estará no controle dessa situação. Há várias maneiras de ver o mundo e as pessoas. Aquele que tiver mais habilidade de ver e interagir com o mundo de maneiras diferentes estará no controle da situação. Expandir a própria identidade com outras pessoas é ampliar os horizontes pessoais e compreender melhor os acontecimentos dentro de uma perspectiva maior.

Estabelecer rapport é uma maneira de encontrar outra pessoa no seu modelo de mundo ou mapa. Uma das estratégias para se estabelecer um vínculo de rapport foi modelado no Dr. Milton Erickson, conhecido como o maior médico hipnólogo do mundo. Ele era capaz de lidar com clientes mais resistentes e difíceis. A técnica que ele usava era conhecida como espelhamento.

Espelhamento, neste contexto, significa encontrar outra pessoa onde ela está, refletir o que ela sabe ou aceitar como verdade ou acompanhar parte da sua experiência ou fisiologia do momento. É acompanhar a outra pessoa naquilo que concordamos ou alinhar-se com ela, ou sentir algo em comum ou semelhante a ela. Espelhar é uma técnica específica para se estabelecer um vínculo de harmonia com as pessoas.

O rapport cria um estado em que as pessoas se sentem mais dispostas a reagir favoravelmente à pessoa com quem está se comunicando e a manter um relacionamento mais positivo e receptivo. O que ocorre, normalmente, no dia a dia é que as pessoas estabelecem rapport à nível inconsciente, não sabem como o conseguiram. Bandler e Grinder, modelando Milton Erickson, criaram técnicas científicas que nos permitem criar conscientemente o clima de rapport, condição fundamental para qualquer comunicação bem sucedida. Com a prática torna-se cada vez mais fácil encontrar-se em outras pessoas, nos alinharmos a outras pessoas. Quando as pessoas se identificam umas com as outras, quando tem o insight de que são parte de um todo maior, entram em cooperação.

O processo de “acompanhar”, inconsciente ou deliberadamente, é sem dúvida a base da maioria das experiências que denominamos de “harmonia”, rapport, “confiança”, “influência”, ou persuasão. Quando se acompanha alguém, por meio de recapitulação verbal do contexto, entra-se em sincronia com o processo interno da pessoa e passa a um clima de confiança e receptividade, além de neutralizar e acalmar pessoas que estejam nervosas ou agressivas.

Esse tipo de sincronia serve para reduzir enormemente a resistência entre o emissor e o receptor em uma comunicação. Pode-se de uma forma, sutil e elegante, recapitular verbalmente, em quatro níveis:

Nível I
: Recapitular as palavras e expressões linguísticas usadas. Esta é a maneira mais superficial de espelhamento verbal. Essa repetição utiliza funções racionais do hemisfério cerebral dominante.

Nível II
: Recapitular o significado que as palavras procuram transmitir. Aqui se usam também as funções racionais e lógicas do hemisfério dominante.

Nível III
: Recapitular as emoções implícitas nas palavras e na musicalidade da voz usada, através das propriedades criativas ou intuitivas do hemisfério cerebral direito, para as pessoas destras.

Nível IV
: Recapitular tanto as palavras quanto os significados e as emoções implícitas. Este é o meio mais profundo de recapitular, pois usa-se a mente global para acompanhar a situação, ou seja, o hemisfério esquerdo e o direito.

A estratégia do rapport é validar + acompanhar + acompanhar + conduzir.

Validar ou espelhar o comportamento verbal e não verbal de uma pessoa é reconhecer e respeitar o fato de que ela tem o direito de ser como é, sentir o que está sentindo, fazer o que está fazendo e compreender que isto é reflexo direto de seu modelo representativo de mundo. Compreender isto não nos obriga a concordar com o que a pessoa sente ou faz. Compreender e validar é o primeiro passo para se conseguir uma comunicação eficaz.

A habilidade do rapport surge da habilidade de observar, entender e usar a estratégia da pessoa com quem estamos nos comunicando (acuidade sensorial e flexibilidade). Qualquer um que se envolva diretamente com pessoas (familiares, colegas de trabalho, educadores, advogados, terapeutas, administradores, etc), sabe intuitivamente, que grande parte do sucesso de sua interação depende da habilidade que se tenha de estabelecer e manter rapport. O conhecimento da estratégia e do processo de acompanhar ou espelhar irá facilitar muito este objetivo.

Imitar, Igualar-se, ajustar-se, acompanhar ou espelhar o comportamento (verbal ou não verbal) de uma pessoa é o processo pelo qual pode-se estabelecer o rapport, pois logo no início de qualquer comunicação e relacionamento, é como se dissesse à mente inconsciente do receptor, que está com ele, que o entende, estabelecendo-se, portanto, um vínculo de confiança. A pessoa não percebe como isto ocorreu, porque tudo aconteceu subliminarmente, de forma inconsciente.

O espelhamento com discrição, elegância e sutileza enfatiza a importância da percepção dos aspectos comportamentais da outra pessoa permitindo que o emissor a encontre em seu modelo de mundo, em seu mapa mental. Validar não significa concordar, mas respeitar o momento e o nível da pessoa com quem se está falando.

Há muitas maneiras de espelhar uma outra pessoa. Pode-se espelhar e acompanhar seu humor, a linguagem corporal, os padrões lingüísticos e características vocais.

Para se obter rapport, pode-se espelhar qualquer parte do comportamento da outra pessoa, ajustando-se ao comportamento verbal e não verbal dela. E quando conseguimos nos igualar a ela podemos testar se obtivemos rapport, conduzindo, ou seja, mudando gradualmente nosso comportamento e observando se a outra pessoa nos acompanha.

Para usar as técnicas de espelhamento, é preciso ter em mente que isto não é fazer mímica na frente de outra pessoa. É necessário que se espelhe e acompanhe com bastante sutileza e elegância, para que o interlocutor não se sinta “imitado” e “intimidado”.

O vínculo de harmonia que se procura estabelecer por meio dessas técnicas é dirigido à mente inconsciente. Como já dissemos, nossa mente inconsciente procura as semelhanças para nos colocar em posições confortáveis e receptivas. Espelhar nada mais é do que uma comunicação não verbal feita diretamente para o interior da outra pessoa com este significado: “Veja, temos algo em comum! Estou com você! Estou prestando atenção em você!”.

A tonalidade da voz, assim como o volume, pode ser alto ou baixo. O ritmo pode ser rápido ou lento, com ou sem pausas. Como a maioria das pessoas é totalmente inconsciente de seu próprio ritmo e volume vocal, elas não percebem quando estão sendo espelhadas.

Espelhar o ritmo, a tonalidade e o volume da voz é o melhor meio de se estabelecer rapport no mundo empresarial, principalmente quando se usa muito o telefone. Não é preciso espelhar a voz com exatidão, mas apenas num nível suficiente para que a outra pessoa se sinta “compreendida”. Se o ritmo, volume ou tonalidade do emissor forem muito diferentes é necessário que este vá ajustando, sem fazer mudanças súbitas na voz, mas pequenos e discretos movimentos para ajustar-se ao ritmo, volume e tonalidade da voz do interlocutor. O primeiro passo é se conscientizar dos diferentes ritmos da fala das pessoas, exercitando espelhá-las.

Espelhar a respiração é uma estratégia muito eficiente para obter-se rapport. A respiração na maioria das pessoas pode ser facilmente percebida, mesmo com pouca prática. Pelos movimentos de elevação e abaixamento do peito, dos ombros, do pescoço, do abdomem. Uma vez detectado o ritmo respiratório, pode-se respirar acompanhando-o por alguns instantes sincronizando-se com o ritmo da outra pessoa. Espelhar e acompanhar o ritmo respiratório é a forma mais poderosa de se estabelecer empatia. Respirar junto com alguém é o processo de rapport mais profundo. Quando se dança com alguém, se ouve música, se faz amor, respira-se na mesma sintonia com outra pessoa, no mesmo ritmo.

O campo magnético, se medido, terá a mesma freqüência.

É necessário, também, espelhar a postura. Este é o mais fácil dos espelhamentos e acompanhamentos e se não se tomar cuidado ao realizá-lo pode-se ser surpreendido como um “mímico” imitando a outra pessoa. É assumir a mesma atitude corporal da pessoa. Observar se ela está em pé, sentada, braços ou pernas cruzadas, inclinada para a direita, para a esquerda, para frente ou para trás e colocar-se, discretamente, da mesma maneira. É interessante se observar a quantidade de espelhamentos que ocorrem, sem que as pessoas se dêem conta.

Podemos espelhar e acompanhar movimentos rítmicos da outra pessoa, ou movimentos respiratórios muitos acelerados, por meio do espelhamento cruzado, isto é, acompanhar estes movimentos rítmicos com movimentos de outras partes do corpo. Pode-se acompanhar, por exemplo, o ritmo respiratório rápido ou tiques nervosos de uma pessoa com batidas discretas de uma caneta ou movimentos do pé ou tamborilar sutilmente com os dedos.

Para se estabelecer um bom rapport leva-se de segundos a poucos minutos. Poucos minutos de bom espelhamento permitem conduzir a outra pessoa para o ritmo, postura e estado interno que se queira. E quando a outra pessoa acompanhar inconscientemente será uma evidência de rapport.

Espelhar e acompanhar é uma técnica para usar quando se percebe que o interlocutor, por qualquer motivo não está em rapport ou está fora de sintonia.

Não é necessário espelhar fixamente uma determinada parte do corpo ou do comportamento do interlocutor, mas ir mudando o acompanhamento indo da postura para a respiração, por exemplo, e depois passar para os gestos ou acompanhamentos verbais. O objetivo é estabelecer algo em comum com o interlocutor.

Uma das melhores maneiras de mudar o comportamento de alguém é sincronizar seu corpo com o ritmo ou alguma parte do comportamento do outro, acompanhá-lo e então alterar seu próprio comportamento. Em rapport isto é chamado de “condução”.

Se espelharmos e acompanharmos por alguns minutos a respiração e o tônus muscular de alguém e depois formos lentamente diminuindo o ritmo de nosssa respiração e o tônus dos músculos, podemos perceber se a respiração e os músculos da pessoa nos acompanham ou não. Se isto não acontecer é necessário que voltemos a espelhar por mais alguns minutos e tentarmos a condução novamente.

O rapport é um processo dinâmico. Se durante uma comunicação percebe-se uma perda de rapport é importante que se volte a espelhar e acompanhar sutilmente as pistas sensoriais do interlocutor até que o vínculo se restabeleça. Com o domínio desta técnica pode-se regular o nível de rapport desejado para que o relacionamento ou a comunicação se torne adequada. Pode-se também romper o rapport quando necessário e adequado. Por exemplo, quando alguém está vendendo algo ou quando deparamos com contratos, negociações e comunicação confusas e inadequadas.

As estratégias de rapport (espelhamento e condução) deixarão de ter o seu valor se não foram praticadas com congruência, sinceridade e intenção positiva. É necessária uma postura ética de verdadeiro respeito e carinho com a pessoa com a qual estamos nos comunicando.

Estabelecer rapport e confiança é uma arte e uma ciência. Entrar em rapport com alguém não significa necessariamente concordar com ele, mas sim validá-lo, respeitar seu mapa e sua opinião. É como dizer: “Considero ver e apreciar aonde você quer chegar, e se eu estivesse na sua posição provavelmente me sentiria da mesma maneira. Respeito sua opinião”.





Fonte: http://site.suamente.com.br/rapport-sintonia-em-comunicacao/
www.eps.ufsc.br
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● A importância do rapport nas relações

Rapport é uma palavra de origem francesa que significa empatia.

O rapport é o estabelecimento da aliança terapêutica ou aliança de trabalho e tem por objetivo abrir as portas para uma comunicação fluente e bem sucedida. O rapport é técnica mais poderosa das relações humanas e o principal ingrediente de todas as comunicações e mudanças. É a capacidade de criar aspectos comuns entre duas ou mais pessoas, gerando uma atmosfera de respeito e confiança. É ver o mundo sob o ponto de vista do outro. É como se o outro olhasse para você e visse a si mesmo no que diz respeito a seus valores, expectativas e anseios. É uma ponte entre dois mundos.

A problemática humana está no nível da comunicação e a comunicação é a ferramenta das relações, logo o rapport é a ferramenta da comunicação, pois, sem ele, não há relacionamento.

Em educação, negócios, terapias, na vida pessoal e corporativa e em todas as relações humanas a empatia é essencial para alimentar o fluxo da comunicação, criando um contexto de harmoniosa, comprometimento e cooperação, no qual as pessoas possam caminhar juntas em uma mesma direção.

O rapport permite que se entre no campo energético do outro de forma sutil e respeitosa, fazendo com que ele se sinta compreendido e aceito no seu modelo de mundo. É um processo natural, sem percepção consciente, mas, que pode, também, como qualquer competência humana, ser praticado conscientemente.

Pessoas de sucesso têm, invariavelmente, grande capacidade de estabelecer e desenvolver rapport , que é a base da confiança e do reconhecimento mútuos.
A técnica do rapport é o espelhamento. Assim como o espelho reflete apenas o que está diante dele, espelhar consiste em reproduzir o discurso corporal do outro, de forma sensível, elegante e discreta, permitindo-se ser conduzido por ele, como numa dança. É possível espelhar seus movimentos corporais, sua respiração, bem como gestos leves e inconscientes. Outra forma de criar rapport é utilizar o mesmo sistema representacional● do outro. O rapport é, antes de tudo, um ato de entrega e amor, é interessar-se honesta e verdadeiramente pela outra pessoa, de forma íntegra, sem, contudo, violentar-se em seus próprios valores e crenças.

Numa relação onde existe rapport, as pessoas se parecem e é freqüente terem os mesmos interesses e adotarem a mesma fisiologia. É incrível observar a semelhança inevitável de casais que se amam e acabam por se parecer. Entre casais, é perfeitamente possível discernir entre aqueles que estão bem, e aqueles que não estão, pelo tipo de rapport existente. Pela qualidade do rapport, define-se o nível de qualidade de uma relação.


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Fonte: http://site.suamente.com.br/a-importancia-do-rapport-nas-relacoes/
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● RAPPORT – O ingrediente mágico

"Rapport é a capacidade de entrar no mundo de alguém, fazê-lo sentir que você o entende e que vocês têm um forte laço em comum. É a capacidade de ir totalmente do seu mapa do mundo para o mapa do mundo dele. É a essência da comunicação bem-sucedida."
Anthony Robbins

"Nunca ninguém me escutou como você." Assim falou uma jovem senhora – viciada em drogas, desempregada e ameaçada de ser despejada da sua casa. Será que nós temos um talento mágico que nos permite obter, repetidamente, respostas como essa dos nossos clientes? Não, nós simplesmente construímos um nível de rapport tão profundo que as pessoas sentem-se verdadeiramente ouvidas e experimentam uma sensação de segurança.

Nós descobrimos que isso é um pré-requisito para a comunicação efetiva, quer em aconselhamento, nas nossas vidas pessoais, na vida profissional . . . em qualquer lugar, e com qualquer um.

Basta seguir as etapas abaixo, e você também poderá otimizar as suas habilidades de comunicação. Com isso, você será capaz de melhorar a qualidade da sua vida e da vida daqueles à sua volta.

PNL

Se você já leu artigos sobre o início da PNL, se recordará que a PNL começou com o estudo de excelentes comunicadores.

Qual é a diferença que faz a diferença em sentir-se confortável e apreciado por alguém, mesmo se ele discordar do que você disse? Como é que você gosta instantaneamente de algumas pessoas que encontra – enquanto que de outras, você não consegue nem escapar suficientemente rápido? Por que você pode falar com algumas pessoas durante horas e isso parecer apenas minutos?

RAPPORT

A resposta para todas essas perguntas é o RAPPORT. Um dos alicerces da PNL e o mais importante processo em qualquer comunicação. Quando as pessoas estão se comunicando em rapport, elas acham fácil serem entendidas e acreditam que seus interesses são altamente considerados pela outra pessoa. Rapport significa receptividade ao que a outra está dizendo; não necessariamente que você concorde com o que está sendo dito. E quando você está em rapport, algo mágico acontece. Você e os outros sentem que são escutados e ouvidos. Num nível inconsciente, existe o confortável sentimento de "Essa pessoa pensa como eu, eu posso relaxar".

O verdadeiro rapport cria uma atmosfera de confiança mútua. Se você está usando o rapport como uma tática para manipular outra pessoa para a sua maneira de pensar, em algum nível ela sabe disso instintivamente e não irá reagir positivamente. Entretanto, se você se tornou um perito na arte do rapport e a sua intenção é ouvir e ser ouvido, para alcançar soluções ganha-ganha ou para criar amizades genuínas, você irá se tornar um comunicador poderoso e confiável.

Muitas vezes, as pessoas estão naturalmente em rapport. Você já percebeu que alguns casais nos restaurantes estão em sintonia um com o outro e que seus corpos se movem juntos como que dançando? Preste atenção nas crianças brincando, observe as interações nas reuniões, note os amigos num pub. Veja e ouça como o efeito de duas pessoas se movendo juntas produz resultados positivos na comunicação delas. Observe também como a qualidade da interação muda para uma falta de comunicação quando a fisiologia delas não combina e elas estão fora de sincronia uma com a outra.

ESPELHAR

Assim sendo, como nós podemos conscientemente melhorar a nossa própria habilidade de rapport? Podemos começar aprendendo o processo chamado de "espelhamento" – que é utilizado para reproduzir o comportamento da outra pessoa. Comportamentos que você pode espelhar incluem:

● Postura corporal
● Gestos da mão
● Expressões faciais
● Deslocamento do peso
● Respiração
● Movimento dos pés
● Movimento dos olhos

Espelhar é "copiar" fisicamente os comportamentos da outra pessoa de uma maneira sutil. Tente espelhar apenas um aspecto do comportamento da outra pessoa enquanto estiver falando com ela – talvez a postura dela. Quando isso se tornar fácil, inclua outro suavemente, como os gestos da mão dela. Gradualmente acrescente outro e outro até você estar espelhando sem pensar sobre isso. Quanto mais você praticar, mais fácil se torna. Como retribuição, a mesma reação positiva e confortável que você criou para a outra pessoa, será sentida por você mesmo.

PRÁTICA, PRÁTICA, PRÁTICA

Quanto mais você praticar, mais você se tornará consciente dos diferentes ritmos, gestos, padrões da respiração que você e os outros têm. É fascinante entrar no "mapa do mundo" da outra pessoa espelhando o comportamento dela. Dessa maneira você pode aprender muito mais sobre ela.

Tenha certeza de ser sutil no espelhamento quando estabelecer rapport. Se a outra pessoa está fazendo grandes gestos, impetuosos, você pode escolher fazer igual, mas menor, movimentos menos óbvios. O início pode parecer desajeitado. Mas o valor de aprender a conseguir e manter o rapport vale todo o tempo e o esforço que leva para se tornar um especialista nessa área de comunicação.

E você pode ser surpreendido ao descobrir que a sua "intuição" ficará mais intensa quando se tornar consciente dos comportamentos e ações que anteriormente não percebia.

Espelhar é algo que nós fazemos automaticamente quando estamos em torno das pessoas com as quais nos sentimos confortáveis. Aprender a espelhar de propósito para obter rapport nos capacita a melhorar a nossa comunicação com os demais e a ter o apoio de todos que encontramos que nos ajudam a realizar nossos objetivos e metas.

Se você tem a mínima dúvida de que espelhar realmente funciona… experimente. Escolha três pessoas com quem você quer uma melhor comunicação e as espelhe por apenas 10 minutos. Note a diferença que isso faz.

"Você não quer clientes... você quer fãs enlouquecidos!!!"
Anthony Robbins

Um de nossos estudantes na City University tentou melhorar de emprego por alguns anos. Depois de aprender algumas habilidades básicas do rapport como espelhar e combinar, e utilizando isso nas entrevistas, ele finalmente obteve sucesso e acabou numa posição brilhante na City. Ao praticar suas habilidade de rapport nas entrevistas, outro estudante se tornou um apresentador de TV.

Anthony Robbins é um mestre nas habilidades de combinar e espelhar do rapport. Essas habilidades se tornaram tão naturais que ele nem mesmo precisa pensar para fazê-las. Elas são automáticas.

Os leitores da "Personal Success" também estão tendo vantagens das sugestões e dos exercícios de PNL, aprendendo novas e poderosas habilidades de comunicação, e como resultado, estão mudando para melhor suas vidas.

E você? Está pronto para tentar algo novo e fazer estas mudanças agora?

ESPELHAR

Na primeira parte desse artigo, nós introduzimos o espelhar. Espelhar é "copiar" fisicamente o comportamento de outra pessoa, como se os movimentos dela estivessem se refletindo de volta para ela. Isso é feito com respeito e sutilmente. Num nível inconsciente, a pessoa com quem você se comunica dessa maneira, se sente reconhecida e aprecia o seu interesse por ela. Você está acompanhando a experiência da pessoa, e apesar dela não perceber o seu espelhamento, ainda assim ele terá um efeito profundo.

Espelhar feito com integridade e respeito cria sentimentos positivos e reações em você e nos outros. Caso contrário, espelhar se torna arremedo e tem conseqüências negativas. Então, quando você aprender as habilidades de rapport adicionais que se seguem, relembre que o poderoso efeito que você cria precisa ser baseado em valores e princípios nobres.

COMBINAR

Uma diferença básica entre espelhar e combinar é o timing. Enquanto que espelhar é simultâneo com os movimentos da outra pessoa, combinar pode às vezes ter um fator de "atraso no tempo." Por exemplo, se alguém está gesticulando enquanto fala e estabelece um argumento, você pode ficar quieto enquanto presta atenção. Quando for a sua vez de falar, você pode fazer os seus comentários e a sua posição usando o mesmo gesto ou similar.

Existem outros tipos de combinar:

EQUIPARAÇÃO CRUZADA
é escolher combinar um dos comportamentos a um correspondente, porém de um tipo diferente.

Por exemplo, se a pessoa está piscando muito ligeiro, você pode fazer a equiparação cruzada discretamente dando pancadinhas com o seu dedo na mesma velocidade que ela pisca; ou acompanhar o ritmo de alguém falando com pequenas inclinações da sua cabeça ou da sua respiração.

DIFERENCIAR
também é uma habilidade útil para ser dominada a fundo. Você já teve alguém falando sem parar enquanto conversava com você... e você imaginando se ela iria parar de falar?

Você pode quebrar o contato visual, gire o seu corpo em angulo com ela, respirar mais ligeiro ou mais devagar em contraste com a respiração dela... em resumo, faça qualquer coisa para quebrar o rapport por diferenciação. Você ficará surpreso de como a conversa rápida e facilmente chega ao fim.

Você irá se descobrir ouvindo e observando as outras pessoas em mais detalhes quando aprender essas habilidades básicas do rapport. Prestar atenção nos outros dessa maneira é um processo de estabelecer confiança, e quanto mais elegantemente você espelhar, combinar e equiparar cruzado, mais seus clientes irão se transformar em "fãs enlouquecidos".

PRÁTICA, PRÁTICA, PRÁTICA

Quando falar com membros da sua família ou com colegas de trabalho, encontre um comportamento ou movimento específico para se focar e combine ou equipare cruzado. Você pode selecionar um comportamento por dia para praticar até que você possa formar todo o repertório de habilidades de rapport.

Você pode:

Usar os movimentos da sua mão para acompanhar a respiração da outra pessoa. Mexa seus pés para acompanhar os movimentos da cabeça da outra pessoa.

Incline os seus ombros quando a outra pessoa inclinar a sua cabeça.

Erga o dedo quando a outra pessoa levantar a sobrancelha.

Sinta-se a vontade para criar as suas próprias técnicas de equiparação cruzada! Também lembre-se de praticar o diferenciar, mas tenha certeza de finalizar a interação no estado de rapport.

ESPELHAMENTO E COMBINAÇÃO COMPULSIVOS


Algumas pessoas acham que elas realmente têm que combinar e espelhar.

Uma jovem senhora que combinava e espelhava constantemente estava sentada ao lado de uma colega que estava cansada de ser imitada. A colega deslizou na sua cadeira, e lógico que ela fez o mesmo. Então a colega deslizou ainda mais. Ela fez o mesmo. Finalmente, uma escorregada em demasia e a mulher caiu literalmente no chão! Sua colega, consciente do espelhamento, permaneceu na sua cadeira.

RAPPORT

Perceba a diferença que essas habilidades de rapport fazem na sua vida. Se o contexto é namorar, ser entrevistado, ou vender, você pode fazer a escolha para melhorar a suas habilidades de comunicação usando a PNL.



Pelo menos num momento da vida todos nós já tivemos rapport com alguém. Pense numa pessoa com quem você tem uma relação íntima. Agora como você tem esta pessoa em mente, pense sobre o que a faz tão íntima. Talvez você goste do mesmo tipo de música, pense da mesma maneira ou tenha preferência pelas mesmas atividades. Esta “mesmidade” é uma importante parte do rapport.

O que é rapport?

Então o que é o rapport? O dicionário The American Heritage define o rapport como “Relação, especialmente única de confiança mútua ou afinidade emocional”. Este é um bom começo, contudo não suficiente para fazer o rapport atuar a seu favor.

No mundo da PNL (Programação Neuro-Lingüística), criar o rapport pode ser entendido como o estabelecimento de confiança, harmonia e cooperação em uma relação. Uma vez mais a palavra confiança aparece na definição. Assim você está começando a perceber que aquele rapport conduz a confiar… e talvez você esteja começando a também notar como o rapport é importante ente na capacidade de influenciar os outros.

O poder para persuadir

Quando ele se transforma em persuasão, ter grande rapport com o outro pode conduzir a uma situação de aceitação incondicional de uma sugestão. Isto é devido ao nível de confiança que vem com o rapport. Se houver confiança, então o outro estará aberto a aceitar o que você tem a dizer.

Pense sobre como isto funciona para você… se seu melhor amigo ou o cônjuge recomenda algo, você estará muito mais disposto a aceitar a sugestão do que se a opinião vier de um completo desconhecido. Ao desenvolver suas habilidades de rapport, você se torna depressa aquela pessoa confiável e, assim, suas sugestões têm muito mais força.

O Componente mais Importante

A primeira e mais importante coisa para saber sobre o rapport é contudo tão simples que freqüentemente as pessoas a omitem. Para ser efetivo com o rapport você tem que PRESTAR ATENÇÃO! Isto significa que você tem que focalizar na pessoa à sua frente. Observe este amigo humano com o qual você está interagindo.

As técnicas do rapport são tantas que podem preencher facilmente o programa de um seminário de um dia inteiro, mas todas as habilidades do mundo não lhe ajudarão em nada se você não prestar atenção na outra pessoa com quem você está negociando. Esta é uma valiosa habilidade para qualquer tipo de relação, seja ela de negócios, reunião social ou de família. Se você presta atenção, todas suas outras habilidades de relacionamento serão potencializadas.

Imitar & Espelhar

Por razões que remontam a milhares de anos atrás, nós tendemos a gostar e confiar de pessoas que são como nós, em quem nós sentimos uma “mesmidade”. Mas na verdade nós não somos todos iguais. Ao estudar quais dessas qualidades encontradas naquelas pessoas levam a ter esses sentimentos, foram descobertos alguns métodos para ensinar como criar rapport.

Imitar & Espelhar foram determinados como os principais fatores para se criar estados poderosos de rapport. Igualando os movimentos da outra pessoa, a postura, os atributos vocais, as frases chaves e até mesmo a sua respiração. Também é muito poderoso poder igualar os seus sistemas de representação. Esta é uma habilidade avançada que é ensinada nas série de seminários Act Now Success Skills (nos EUA).

Imitação simples

Para iniciar sua prática de criar rapport, comece a imitar a pessoa com quem você está falando. Imite seus gestos simples e a postura. Você deve deixar passar um pequeno intervalo de tempo, assim ela não notará. Se você fizer a imitação ao mesmo tempo, é como quando você era criança e exagerava nas imitações só para aborrecer outras crianças. O mesmo efeito resultará com um adulto. Imitar ao mesmo tempo não dá o resultado desejado.

Você também pode fazer isto como se estivesse olhando num espelho. Assim se eles movem a mão direita, você tem a opção de mover a sua esquerda ou , por simples imitação, mover o mesmo lado. Se o interlocutor estiver diretamente à sua frente, use o espelhamento. Se você estiver posicionado mais ao lado, use o mesmo lado por imitação. Uma vez que você já tenha seguido esta técnica, então escute as palavras e frases chaves que eles usam. Lembre-se delas e as use na sua fala.

Conclusão

O Rapport é um tópico fascinante e pode conduzi-lo(a) numa viagem de descoberta na direção de entender as pessoas ao seu redor. Há muito mais sobre o rapport que não pode ser coberto neste artigo.

O melhor modo para aprender é a experiência.

Pratique a Imitação e o espelhamento e lembre-se de PRESTAR ATENÇÃO.


Palavras de: Penny Tompkins e James Lawley
Fonte: http://www.golfinho.com.br/artigospnl/artigodomes200702.asp
e http://site.suamente.com.br/rapport-a-chave-magica-para-persuasao/
Imagens de: google.com

● É pra mim mesmo

"E tô achando bom, tô repetindo: que bom Deus que sou capaz de estar vivo sem vampirizar ninguém, que bom que sou forte, que bom que suporto, que bom que sou criativo e até me divirto e descubro a gota de mel no meio do fel.

Colei aquele “Eu Amo Você” no espelho. É pra mim mesmo."




Palavras de: Caio F. Abreu
Imagens: google.com

● Pessoa sistemática

Uma pessoa sistemática é aquela pessoa certinha em que tudo tem que ser de um "jeito certo" que ela convencionou... Tudo arrumadinho e organizado do jeito dela.

Geralmente essa pessoa costuma fazer coisas "robotizadas", como tudo está sempre da mesma forma, faz determinadas tarefas quase de forma automática.

Veja a série Monk que você vai entender melhor, a série é meio exagerada mas é bem por aí...

Ser sistemático é você sempre seguir um mesmo conjunto de regras e costumes e aplicá-los a todas as situações. É como se fosse um programa de computador que tem toda a sua rotina detalhada, descrita e, portanto, previsível.

O programa só muda a sua rotina quando apresenta algum defeito ou um vírus corrompe-o, o que provoca uma desordem. Tentei só exemplificar para dizer uma coisa: ser sistemático não quer dizer necessariamente q vc seja chato e nem pode ser considerado um defeito.

De repente ser sistemático te ajuda a estabelecer uma série de rotinas que são necessárias à sua sobrevivência e te definem como ser humano. O que você precisa saber é quando abrir mão do seu lado sistemático e ser mais relaxado, solto, e não se prender tanto as regras que estabeleceu para si e para os outros.

Digo para os outros porque o sistemático avalia o mundo conforme as regras que ditou para si e espera que todos vejam o mundo da mesma forma que ele. O sistemático é exigente e duro consigo e com os outros.

A tendência então do sistemático é ver o seu mundo ruir se alguém entra na sua rotina ou algo sai dela e, geralmente, ele não está preparado para lidar com isso. O sistemático tende a lidar mais com a razão do que com a emoção e não consegue ver os seus limites.

Cada um tem o seu jeito. O interessante é que muito amigos seus devem vir conversar contigo justamente por você ter sempre opiniões legais e ser mais estável que eles. É... se ser sistemático está te cansando é hora de abrir-se um pouco a mudança, mas não se viole demais por conta da opinião dos outros. Mude aos poucos, no seu tempo.



Fonte: http://br.answers.yahoo.com/
Imagens: google.com