Não foi eu q escrevi. Li, achei lindo e colei.
Pra vc, de coração
E o amor não é de outro reino; é da amizade, do encontro de duas pessoas que se sentem bem uma ao lado da outra, falando de amor, conversando de amor, falando de nada, falando de pequenas histórias, códigos de ministros, com aventuras de ministros, conversa alta e baixa, de livros, de quadros, de compras e de ninharias de aventuras trocadas em miúdos, ouvindo músicas que ajuda o amor...
O amor precisa de ajuda, de muitas coisas simples; amor é segredo que deve ser alimentado nas horas vagas, nas horas de trabalho, nas horas mais isoladas; amor é uma ocupação de vinte e quatro horas, com dois turnos, pela mesma pessoa, com desconfianças e descobertas, com cegueiras e lumieiras; amor de tocar no mais íntimo, na beleza de encantado escondido, recôndito de todos, amor intrometido de fálus de prazer, de alegria, amor que não se sabe no que vai dar, amor tão amor!
Amor que poucos são os privilegiados que conhece, que buscam, que querem, que a ele se doam... Amor que nos acompanha ao acordar, amor presente dentro de nós durante o dia, amor que fala sem palavras, amor que entra em nossos sonhos e nos acompanha até a hora de dormir, que nos dá força e nos faz sorrir.
bjs
Laurindo
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Tomando a dor dos outros
Até que ponto vale tomar as dores dos outros? Se tomar, tome com moderação.
Eu assumo: sou viciada nessa porcaria. No início, você se sente mais generosa, sociável, segura, coisa e tal. Dá aquela golada, estufa o peito e vai pra cima. Aumenta o tom de voz e bate de frente com quem quer que seja. Não dá pra segurar, é incontrolável! O sangue sobe e, quando você se dá conta, já foi, escapuliu. Mais uma vez interferiu, se intrometeu, acudiu quem você supôs precisar da sua ajuda e… se ferrou de novo.
Já reparou que isso acontece na maioria das vezes em que tomamos as dores dos outros? Pense numa situação em que alguém está sendo nitidamente oprimido. A gente vai lá, se desgasta, se estressa, se expõe pra defender o “coitado”, fica com uma raiva imensa do opressor, jura que nunca mais vai olhar na cara do cretino e, quando começa a se tranqüilizar pensando que, pelo menos, já fez a sua boa ação do dia, vê oprimido e opressor dando risada juntos, felizes da vida. “E eu!?”, você se pergunta, indignada. Você é apenas a louca que foi fazer escândalo por nada. Errr… Será que é só comigo que acontece isso?
Ao fazer a linha defensora-dos-fracos-e-oprimidos – sem que ninguém tenha pedido a sua ajuda-, você pode não estar sendo a heroína da história, mas, sim, apenas a babaca que rotula de “zé mané” alguém que tem plena capacidade de se defender sozinho e só não o faz porque não quer (ou porque tem uma outra forma de lidar com a situação, ou simplesmente está esperando o momento certo pra dar o bote).
Nem todo mundo é tão frágil quanto parece. E quando você interfere em defesa de alguém que não está precisando, você está se julgando melhor, mais forte e mais importante do que esse alguém, ou seja: é só o seu ego agindo mais uma vez. E isso nada tem a ver com generosidade, convenhamos…
Além dessa coisa toda ser altamente viciante, é muito difícil de ser detectada. Porque ninguém vai ter coragem de te dar esse toque, pode ter certeza. Isso é coisa que você tem que descobrir e resolver por si. Tendo descoberto essa falha (que nem sempre é genética), o primeiro passo pra sair dessa é aceitar ser impotente perante as dores dos outros. Ou seja: nada que você fizer vai fazer com que o oprimido se sinta melhor. Muito pelo contrário. Mas e depois de assumir isso? Como manter o controle diante de uma tremenda injustiça com alguém?! Só entrando pro D.D.O.A. – DoresDosOutrólicos Anônimos. Como esse grupo ainda não foi fundado, só vejo uma solução: abstenha-se! Fique na sua!
Tá bem, tá valendo proteger velhinhas, crianças e animais domésticos. Mas para todas as outras situações envolvendo “espécies em risco”, eu proponho um exercício de autocontrole, um dia de cada vez. As coisas se resolvem por si. Você não precisa dar a sua opinião sobre tudo, nem se manifestar sobre todos os assuntos, e nem interferir por ninguém. Quando alguém fizer algo que você não concorda contra outra pessoa, saia do recinto. Dê ao oprimido a oportunidade da autodefesa. E se ele não fizer nada, espere que alguém interceda por ele, mas sinta, ao menos uma vez, o gostinho de não estar envolvida na confusão. Você vai ver que tudo vai se ajeitar sem que você se indisponha com alguém. E isso é absurdamente libertador.
Experimente!
Renata Gervatauskas
Fonte: Revista Época
Imagens: google.com
Eu assumo: sou viciada nessa porcaria. No início, você se sente mais generosa, sociável, segura, coisa e tal. Dá aquela golada, estufa o peito e vai pra cima. Aumenta o tom de voz e bate de frente com quem quer que seja. Não dá pra segurar, é incontrolável! O sangue sobe e, quando você se dá conta, já foi, escapuliu. Mais uma vez interferiu, se intrometeu, acudiu quem você supôs precisar da sua ajuda e… se ferrou de novo.
Já reparou que isso acontece na maioria das vezes em que tomamos as dores dos outros? Pense numa situação em que alguém está sendo nitidamente oprimido. A gente vai lá, se desgasta, se estressa, se expõe pra defender o “coitado”, fica com uma raiva imensa do opressor, jura que nunca mais vai olhar na cara do cretino e, quando começa a se tranqüilizar pensando que, pelo menos, já fez a sua boa ação do dia, vê oprimido e opressor dando risada juntos, felizes da vida. “E eu!?”, você se pergunta, indignada. Você é apenas a louca que foi fazer escândalo por nada. Errr… Será que é só comigo que acontece isso?
Ao fazer a linha defensora-dos-fracos-e-oprimidos – sem que ninguém tenha pedido a sua ajuda-, você pode não estar sendo a heroína da história, mas, sim, apenas a babaca que rotula de “zé mané” alguém que tem plena capacidade de se defender sozinho e só não o faz porque não quer (ou porque tem uma outra forma de lidar com a situação, ou simplesmente está esperando o momento certo pra dar o bote).
Nem todo mundo é tão frágil quanto parece. E quando você interfere em defesa de alguém que não está precisando, você está se julgando melhor, mais forte e mais importante do que esse alguém, ou seja: é só o seu ego agindo mais uma vez. E isso nada tem a ver com generosidade, convenhamos…
Além dessa coisa toda ser altamente viciante, é muito difícil de ser detectada. Porque ninguém vai ter coragem de te dar esse toque, pode ter certeza. Isso é coisa que você tem que descobrir e resolver por si. Tendo descoberto essa falha (que nem sempre é genética), o primeiro passo pra sair dessa é aceitar ser impotente perante as dores dos outros. Ou seja: nada que você fizer vai fazer com que o oprimido se sinta melhor. Muito pelo contrário. Mas e depois de assumir isso? Como manter o controle diante de uma tremenda injustiça com alguém?! Só entrando pro D.D.O.A. – DoresDosOutrólicos Anônimos. Como esse grupo ainda não foi fundado, só vejo uma solução: abstenha-se! Fique na sua!
Tá bem, tá valendo proteger velhinhas, crianças e animais domésticos. Mas para todas as outras situações envolvendo “espécies em risco”, eu proponho um exercício de autocontrole, um dia de cada vez. As coisas se resolvem por si. Você não precisa dar a sua opinião sobre tudo, nem se manifestar sobre todos os assuntos, e nem interferir por ninguém. Quando alguém fizer algo que você não concorda contra outra pessoa, saia do recinto. Dê ao oprimido a oportunidade da autodefesa. E se ele não fizer nada, espere que alguém interceda por ele, mas sinta, ao menos uma vez, o gostinho de não estar envolvida na confusão. Você vai ver que tudo vai se ajeitar sem que você se indisponha com alguém. E isso é absurdamente libertador.
Experimente!
Renata Gervatauskas
Fonte: Revista Época
Imagens: google.com
domingo, 1 de janeiro de 2012
Virando a pagina de 2011
O passado já foi e nada posso fazer para transformá-lo. O presente é, sim, a única realidade possível e aí vem uma decisão importante: posso fazer dele um excelente -ou um péssimo-, momento. Nesta virada de ano quero sentir cada vez mais a sensação de viver com a vibração dos melhores momentos, onde o agora é algo importante, q carrego pra escolha da felicidade, sempre em plena conexão com o Divino.
Quero ainda conseguir trazer essa alegria, confiança e paz, a todas as pessoas que fazem parte de minha vida, quero lhes mostrar por atitudes e palavras que o que importa é ser feliz. Quem é feliz tem o céu em suas mãos e ainda por cima não adoece.
Quando entendo de que o momento atual é absolutamente criado por mim mesmo, que nada é fixo e programado, e nem aleatório ou acidental, realizo a transição que me leva a viver verdadeiramente e por completo minha missão. Começo então a ver que meu papel é o de me envolver com a vida, participando, desfrutando, dividindo, compartilhando e também me divertindo com as alegrias que a vida pode me proporcionar.
Esta harmonia ocorre quando busco o equilíbrio pessoal; eliminamos meus bloqueios e entendendo de maneira muito clara e convicta que a vida pode ser muito mais compensadora da que vivo hoje.
Abandonei o sofrimento, a tristeza, a angústia e a resignação são os meus passos iniciais na virada de página.
O equilíbrio energético vou me fazer os seguintes benefícios:
- não irei mais desperdiçar tempo e energia com pensamentos e ações inadequados;
- minhas aptidões naturais serão reveladas;
- terei uma conexão direta com o sentido de minha vida e as minhas lições;
- irei desenvolver atitudes positivas, que darão mais motivação à minha vida;
- aprenderei a viver sem ansiedade, a estarei mais presente, a prestar mais atenção à minha experiência no momento;
- irei de imediato perceber o que não quero mais que faça parte de minha vida, pra então eliminar pra sempre;
- irei perceber de maneira clara e intensa o meu caminho espiritual;
- minha confiança, meu poder pessoal e minha auto-estima aumentarão a cada dia;
Quanto mais eu viver conectado com o Divino e agir de acordo com minha intuição, tanto mais minha vida será um reflexo disso. Isso é equilíbrio.
Jamais tentarei controlar o fluxo da vida, permitindo que o Universo me traga tudo que é necessário para uma existência próspera e harmoniosa. Eu me amo!
Autoria desconhecida
Recebido por e-mail
Imagens: google.com
Quero ainda conseguir trazer essa alegria, confiança e paz, a todas as pessoas que fazem parte de minha vida, quero lhes mostrar por atitudes e palavras que o que importa é ser feliz. Quem é feliz tem o céu em suas mãos e ainda por cima não adoece.
Quando entendo de que o momento atual é absolutamente criado por mim mesmo, que nada é fixo e programado, e nem aleatório ou acidental, realizo a transição que me leva a viver verdadeiramente e por completo minha missão. Começo então a ver que meu papel é o de me envolver com a vida, participando, desfrutando, dividindo, compartilhando e também me divertindo com as alegrias que a vida pode me proporcionar.
Esta harmonia ocorre quando busco o equilíbrio pessoal; eliminamos meus bloqueios e entendendo de maneira muito clara e convicta que a vida pode ser muito mais compensadora da que vivo hoje.
Abandonei o sofrimento, a tristeza, a angústia e a resignação são os meus passos iniciais na virada de página.
O equilíbrio energético vou me fazer os seguintes benefícios:
- não irei mais desperdiçar tempo e energia com pensamentos e ações inadequados;
- minhas aptidões naturais serão reveladas;
- terei uma conexão direta com o sentido de minha vida e as minhas lições;
- irei desenvolver atitudes positivas, que darão mais motivação à minha vida;
- aprenderei a viver sem ansiedade, a estarei mais presente, a prestar mais atenção à minha experiência no momento;
- irei de imediato perceber o que não quero mais que faça parte de minha vida, pra então eliminar pra sempre;
- irei perceber de maneira clara e intensa o meu caminho espiritual;
- minha confiança, meu poder pessoal e minha auto-estima aumentarão a cada dia;
Quanto mais eu viver conectado com o Divino e agir de acordo com minha intuição, tanto mais minha vida será um reflexo disso. Isso é equilíbrio.
Jamais tentarei controlar o fluxo da vida, permitindo que o Universo me traga tudo que é necessário para uma existência próspera e harmoniosa. Eu me amo!
Autoria desconhecida
Recebido por e-mail
Imagens: google.com
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